Política
Com agenda em 25 municípios, Max Russi fortalece desenvolvimento no Araguaia
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O, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (PSB), encerrou nesta quinta-feira (29) a expedição pelo Norte Araguaia, após passar por mais quatro municípios da região. Ao todo, desde a semana passada, o parlamentar percorreu 25 cidades acompanhando a comitiva do governo do estado, participando de assinaturas de convênios, entregas de equipamentos e ações sociais, além de vistorias em obras em andamento.
No último dia do estradeiro, a agenda contemplou os municípios de Novo Santo Antônio, Serra Nova Dourada, Bom Jesus do Araguaia, Alto Boa Vista e Ribeirão Cascalheira, com investimentos em infraestrutura, mobilidade urbana, agricultura familiar, saúde, educação e assistência social.
Em Novo Santo Antônio, foi feita a autorização para a licitação para o asfaltamento de 53,4 quilômetros da MT-100, no trecho entre Novo Santo Antônio e São Félix do Araguaia. E também as licitações para construção de duas pontes de concreto na MT-100. Através da articulação de Max, o município recebeu ainda trator, retroescavadeira e caminhões destinados à agricultura familiar, além da entrega de ações do Programa SER Família.
Ainda na cidade, também foram autorizados convênios para o município de Luciara, com a gestão do parlamentar, para asfaltamento de ruas e avenidas, a construção da praça do bairro André Maggi e de uma quadra poliesportiva na Escola Estadual Juscelino Kubitschek.
O município também foi contemplado com pá-carregadeira, escavadeira hidráulica, retroescavadeira, caminhão e pick-up para fortalecer a agricultura familiar. A agenda incluiu ainda vistoria às obras de construção do cais municipal.
Na chegada a Serra Nova Dourada, Max participou de vistorias nas obras de asfaltamento e de evento de assinaturas e entregas realizado na Câmara de Vereadores. Foram autorizados convênios para construção de calçadas com acessibilidade em ruas e avenidas, além da entrega de ações do Programa SER Família.
Durante a visita, o deputado recebeu o título de cidadão serra-douradense. Em agradecimento, destacou a satisfação em trabalhar pelo município. “Agora, cidadão serra-douradense, muito obrigado aos vereadores. É uma alegria poder trabalhar por Serra Nova Dourada e ainda mais feliz por ser cidadão do município”, afirmou Max.
Em Bom Jesus do Araguaia, a comitiva inaugurou 36 quilômetros de asfalto da MT-322, no trecho até a BR-158, além de uma unidade de Pronto Atendimento. Por articulação do presidente da ALMT, foram autorizados convênios para asfaltamento urbano, entrega de caminhões para a agricultura familiar, lançamento da quadra poliesportiva na Escola Estadual Indígena Maraiwatsede, ampliação da Escola Municipal Professora Lázara Maria Pereira e ações do Programa SER Família. Durante a agenda, Max Russi também recebeu uma moção de aplausos.
Em Alto Boa Vista, Max Russi articulou autorizações para asfaltamento de ruas e avenidas do bairro Mãe Maria e do setor Sol Nascente. O município também recebeu ações do Programa SER Família, lâmpadas do programa MT Iluminado, investimentos em asfaltamento, câmeras do programa Vigia Mais MT e passou por vistoria nas obras de construção de casas populares. Ainda no município, o deputado recebeu do vereador Rogério Vasconcelos, do PSB, o pedido de emenda parlamentar para as agentes comunitárias de saúde e de combate às endemias. E ainda, recebeu o título de alto-boa-vistense.
Em Ribeirão Cascalheira, a agenda resultou na autorização para concessão de subsídios destinados à compra de casas do Residencial Adilina Martins, autorização para reforma da Delegacia de Polícia e repasse de mais R$ 13 milhões para a construção do novo Hospital Municipal. Também foram autorizadas a compra de materiais para asfaltamento de ruas, a entrega de caminhão para a agricultura familiar e ações do Programa SER Família.
A expedição pelo Norte Araguaia reforça o compromisso do deputado Max Russi com o desenvolvimento regional, a melhoria da infraestrutura e o fortalecimento das políticas públicas nos municípios do interior de Mato Grosso.
Fonte: ALMT – MT
Política
ALMT participa da elaboração de manuais de orientação sobre violência contra a mulher
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), por meio da Procuradoria Especial da Mulher, participa da elaboração de dois manuais voltados à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Desenvolvidos em parceria com o Governo do Estado, os materiais serão destinados aos profissionais da comunicação e da segurança pública, com orientações para evitar a exposição das vítimas, a reprodução de comportamentos violentos e a divulgação sensacionalista de casos de violência doméstica e feminicídio. A previsão é que os documentos sejam concluídos até o final de novembro.
A parceria envolve, além da Assembleia Legislativa e do Governo do Estado, representantes do Poder Judiciário, Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MP-MT), Defensoria Pública, Tribunal de Contas e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entre outras instituições.
A iniciativa é coordenada pelo Gabinete de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, comandado pela delegada da Polícia Civil Mariell Antonini, e reúne instituições da Rede Estadual de Enfrentamento à Violência contra a Mulher. Para desenvolver os materiais, foi criado um grupo de trabalho responsável por estabelecer diretrizes de comunicação e medidas preventivas relacionadas ao chamado efeito copycat, expressão utilizada para definir a possível imitação de comportamentos violentos após a ampla divulgação de determinados crimes.
Segundo Mariell Antonini, a preocupação surgiu a partir de estudos que apontam a possibilidade de determinados crimes serem reproduzidos após receberem grande repercussão, especialmente quando a divulgação apresenta detalhes excessivos sobre a violência praticada.
“Dependendo da notícia, da veiculação de uma informação pelos canais de comunicação, pela mídia em geral, é possível que haja uma replicação, um efeito imitador daquela conduta nas semanas seguintes aos fatos”, explicou a delegada.
A procuradora especial da Mulher da ALMT, Francielle Brustolin, destacou que a participação da Casa de Leis ocorreu desde os estudos iniciais até a elaboração dos protocolos, manuais, guias, cartilhas e estruturação das capacitações. O trabalho contou também com a contribuição técnica da jornalista Deisy Boroviec, profissional de comunicação da Assembleia com experiência na temática da violência de gênero.
“A Assembleia Legislativa não participou apenas formalmente do grupo de trabalho. Contribuiu efetivamente para a construção de instrumentos que buscam transformar a comunicação em uma ferramenta de prevenção, proteção e enfrentamento à violência contra as mulheres”, afirmou Francielle.
Imprensa e segurança pública – O manual destinado à imprensa terá caráter orientativo, respeitando a liberdade de imprensa e a independência editorial dos veículos. Entre as recomendações estão evitar a culpabilização das vítimas, a romantização dos crimes, a exposição desnecessária de detalhes da violência e expressões que possam justificar as agressões.
Já o documento voltado às forças de segurança, especialmente às polícias Civil e Militar, apresentará orientações para pronunciamentos oficiais, preservação das investigações, proteção das vítimas e familiares e cuidados com a divulgação de informações sobre os crimes.
“A publicação vai abordar os cuidados necessários para preservar a dignidade das vítimas, evitar a exposição dos filhos e demais familiares e garantir que a divulgação das ocorrências não comprometa investigações ou provas. Também estão previstas recomendações sobre a preservação dos locais de crime e o respeito à cadeia de custódia, conjunto de procedimentos que assegura a integridade das provas durante a investigação criminal”, descreveu a delegada.
Segundo Mariell Antonini, a forma como os casos são apresentados à sociedade pode influenciar comportamentos e contribuir para a naturalização da violência.
“A imprensa tem um importante papel de transformação. O que nós precisamos mudar na nossa sociedade é a cultura, essa cultura de naturalização da violência contra a mulher. Por isso, precisamos trabalhar com todos os atores que possam colaborar”, ressaltou a delegada.
Para a procuradora Francielle, a proposta não é limitar a divulgação das ocorrências, mas oferecer referências técnicas que permitam informar com responsabilidade e dar visibilidade aos mecanismos de denúncia e proteção.
“Não basta que a sociedade saiba que uma mulher foi vítima de violência. É fundamental que compreenda a gravidade do crime, reconheça os sinais de risco e saiba onde buscar ajuda. A notícia precisa informar sem transformar a violência em espetáculo”, enfatizou.
Capacitação – Além da elaboração dos documentos, a Procuradoria Especial da Mulher organiza uma capacitação prevista para novembro, na sede da ALMT, nas modalidades presencial e virtual. A data ainda será definida.
A formação será direcionada a jornalistas, assessores de imprensa, publicitários, comunicadores institucionais, influenciadores digitais e demais profissionais que atuam na produção e divulgação de informações. O objetivo é apresentar orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes contra mulheres, o uso adequado da linguagem e a prevenção da revitimização.
A modalidade virtual permitirá a participação de profissionais do interior do estado, com a possibilidade de articulação das Procuradorias da Mulher existentes nas Câmaras Municipais.
“Queremos oferecer uma formação que vá além da apresentação dos manuais, com orientações práticas sobre a cobertura responsável de crimes de violência contra a mulher, a prevenção dos riscos associados ao efeito copycat e a preservação da dignidade das vítimas”, explicou a procuradora.
A Procuradoria Especial da Mulher também pretende utilizar a Escola do Legislativo, a TV Assembleia e os canais digitais da Casa de Leis para ampliar as ações educativas e levar informações à população.
Para Francielle Brustolin, a iniciativa reforça o compromisso da ALMT com a prevenção, o acolhimento das vítimas e o fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres.
“A transformação cultural começa quando deixamos de justificar a violência, passamos a reconhecer seus primeiros sinais e assumimos coletivamente a responsabilidade de combatê-la”, disse.
Após a conclusão, os dois manuais deverão ficar disponíveis na plataforma mulher.mt.gov.br, para consulta dos profissionais e da sociedade.
O portal também disponibiliza vídeos informativos de curta duração, com orientações sobre como identificar situações de violência doméstica, buscar atendimento e contribuir para a prevenção.
Fonte: ALMT – MT
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