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Governo de MT leva mais R$ 17,6 milhões em investimentos a Campinápolis

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O Governo de Mato Grosso anunciou, nesta sexta-feira (23.1), mais R$ 17,6 milhões em investimentos para Campinápolis, incluindo recursos para 50 novas casas pelo programa SER Família Habitação. O município também receberá três quadras poliesportivas para escolas estaduais indígenas, a obra da Estação de Tratamento de Água e da primeira etapa do lago.

Desde 2019, o município já recebeu R$ 210 milhões em investimentos do Governo do Estado com ações de infraestrutura, agricultura familiar, para o social, educação, saúde e desenvolvimento econômico.

“O trabalho que o Governo Estadual está fazendo é muito importante. Eu nunca vi um Governo entregar tanto neste Estado. E hoje recebemos todos aqui com satisfação. Temos muitos projetos importantes para Campinápolis ficar bem e é dá muita alegria ver aquele telão com os investimentos que estão vindo pra cá”, afirmou o prefeito de Campinápolis, Jeovan Faria.

O governador Mauro Mendes, que estava acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes, destacou que esses recursos são direcionados para o desenvolvimento do município.

“Essa é uma região que tem prosperidade, é uma região em que a logística entre as cidades está melhorando. As cidades estão melhorando. Então hoje o Governo do Estado vem trazendo um volume importante de recursos para continuar esse processo de desenvolvimento da região. Queremos que todos os cidadãos que vivem aqui fiquem tranquilos, pois sempre contarão com o Governo do Estado para continuar esse processo de crescimento e desenvolvimento para melhorar a vida de todos”, ressaltou o governador.

O vice-governador Otaviano Pivetta pontuou que o Governo está trabalhando em prol da vontade da população mato-grossense, em uma gestão municipalista. “Esse é um Governo que entende que é no município que o povo vive e por isso, trabalha para levar investimentos para todo o Estado. Trazer investimentos para os municípios é chegar na ponta, é atender as necessidades de quem precisa”, frisou Pivetta.

O deputado estadual Nininho lembrou que Campinápolis é um município com 203 aldeias e mais de 9.500 índios. “Nós temos um município em que 50% do território é indígena, é a maior população indígena do Estado. Campinápolis é uma cidade organizada e hoje só temos a agradecer por tudo o que o Governo tem feito nessa parceria com os municípios”, disse.

Participaram da cerimônia de assinatura de convênios a suplente ao Senado, Margareth Buzetti; os deputados estaduais Max Russi e Dr. Eugênio, e os secretários estaduais Fábio Garcia (Casa Civil) e coronel PM César Roveri (Segurança Pública), além de autoridades locais.

Expedição pelo Araguaia

O governador Mauro Mendes, acompanhado da primeira-dama Virginia Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta, continuam com as agendas do Vale do Araguaia na tarde desta sexta-feira (23). No início da tarde a comitiva do Governo de Mato Grosso está em Nova Xavantina, onde assina mais convênios para investimentos e fará vistorias às casas do Ser Família Habitação e ao Hospital Municipal.

Às 15h, o governador chega em Água Boa. Lá assinará mais convênios para envio de recursos para obras nas áreas de educação, saúde, infraestrutura e social. O retorno para Cuiabá será no fim da tarde desta sexta.

Fonte: Governo MT – MT



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Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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