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Oposição pede impeachment de Lula em manifestação na Câmara dos Deputados

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Na primeira sessão deliberativa da Câmara dos Deputados, realizada ontem, os parlamentares da oposição se mobilizaram em uma manifestação contundente contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com cartazes que estampavam a frase provocativa “Ou o Brasil para o Lula, ou Lula vai parar o Brasil”, os deputados expressaram sua insatisfação com a atual gestão e os desafios econômicos enfrentados pelo país. Entre os destaques da manifestação, o deputado Nelson Barbudo, do PL-MT, se destacou como uma das vozes mais críticas ao governo. Barbudo, que já assinou o requerimento da oposição pedindo o impeachment do presidente Lula, enfatizou a importância da mobilização. “Estamos aqui para mostrar que o povo brasileiro não aguenta mais a má gestão. É hora de dar um basta a essa situação que só traz prejuízos ao nosso país”, afirmou o deputado.

Os dados econômicos recentes corroboram as preocupações levantadas pelos opositores. As estatais brasileiras registraram prejuízos imensos, chegando a quase 7 bilhões de reais. Além disso, o rombo fiscal projetado para 2024 é alarmante e pode ultrapassar os R$ 28 bilhões. O povo brasileiro tem sentido no bolso a inflação, que aumenta o preço dos alimentos, causando ainda mais revolta na população. Esses números têm gerado um clima de incerteza e descontentamento, que clama por uma solução urgente.

A manifestação dos deputados da oposição não apenas sinaliza um descontentamento com a administração atual, mas também reflete um momento crítico na política brasileira, onde a pressão por mudanças e a busca por responsabilidade fiscal se tornam cada vez mais urgentes. A expectativa é que essa mobilização continue a ganhar força nas próximas semanas, à medida que os parlamentares buscam alternativas para enfrentar os desafios impostos pela atual gestão.



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Especialistas alertam para dificuldades enfrentadas por alunos com altas habilidades; assista

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As dificuldades enfrentadas por estudantes com superdotação e altas habilidades foram tema de audiência pública promovida pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados.

Dados do Censo Escolar apontam para uma subnotificação desse grupo em relação ao total de matrículas.

Um dos gargalos que contribuem para isso é o alto custo dos exames envolvidos na investigação de casos de superdotação, explicou a especialista em atendimento educacional voltado a altas habilidades e presidente do Instituto Raízes, Roberta Munique.

“A família geralmente tem dificuldade de entender o que é a superdotação, sem falar que as investigações médicas são caríssimas. Há avaliações que chegam a R$ 10 mil”, disse.

A deputada Nely Aquino (Podemos-MG), autora do requerimento para a realização do debate, ressalta que a dificuldade na identificação de altas habilidades e superdotação não prejudica apenas o aluno, mas também toda a comunidade.

“Quando o sistema educacional deixa de identificar e atender adequadamente um estudante com altas habilidades, não é apenas aquele aluno que perde.
Perdem a família, a comunidade, a escola e o país”, afirmou.

“Cada talento desperdiçado é uma contribuição não dada à ciência, à cultura, à inovação e ao desenvolvimento social e econômico do Brasil”, acrescentou a parlamentar.

Atletas do conhecimento
O estudante Rafael Kessler, de 12 anos, tem altas habilidades. No ano passado, estimulado por exercícios de uma olimpíada de matemática, ele criou uma fórmula para resolver cálculos complexos que recebeu o nome de “Fórmula de Kessler”.

Rafael defendeu ações governamentais de incentivo a alunos como ele. “Assim como existem políticas para apoiar atletas no esporte, o Brasil também precisa investir nos atletas do conhecimento”, comentou.

Lucas Freitas Vieira, de 12 anos, também reivindicou mais reconhecimento para os alunos com altas habilidades. Ele conquistou uma medalha de ouro e outra de bronze na Olimpíada Internacional de Cibersegurança, disputada na China no ano passado.

“Se um aluno com transtorno do espectro autista não faz a cópia ou o dever de casa, os professores não tiram ponto. Já quando um superdotado não faz e não faz porque é um sacrifício imenso para nosso cérebro fazer coisas repetitivas e sem sentido, nós somos punidos e mal vistos”, declarou.

“Eu sinto na pele o peso de um sistema que não acompanha o ritmo do meu cérebro”, enfatizou.

Da TV Câmara – MO



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