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Taques diz que trincheira e duplicações vão desafogar trânsito em Cuiabá

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Sinfra executa construção de trincheira e duplicações das estradas da Guia, da Chapada e de Santo Antônio

Da Redação

 

O governador Pedro Taques vistoriou, nesta sexta-feira (23.06), as obras de duplicação da Rodovia Helder Candia (MT-010) e de construção de uma trincheira de 365 metros de comprimento, localizada no entroncamento da “Estrada da Guia” com a Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), a “Estrada da Chapada”. Nestas duas obras, serão investidos mais de R$ 55 milhões.

Acompanhado do secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo Duarte, e do secretário adjunto de Turismo, Luiz Carlos Nigro, o governador acompanhou de perto a etapa de escavação da construção da Trincheira. Taques frisou a importância da obra para desafogar o trânsito nesta região da capital.

“A importância desta obra é desafogar todo o transito do Centro Político Administrativo que possui mais de 8 mil servidores, além de facilitar a saída de Cuiabá para Chapada dos Guimarães, para o Distrito da Guia, Acorizal, Rosário Oeste e todo o Nortão do estado, já que teremos as duplicações com uma concepção moderna contendo ciclovia no canteiro central”, disse Taques.

A Estrada da Guia será duplicada entre o entroncamento com a MT-251, e o trevo de acesso ao Rodoanel. Com a expectativa de ser finalizada no segundo semestre de 2018, juntamente a trincheira.

Serão investidos mais de R$ 30 milhões em recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) para a duplicação da Rodovia MT-010. A obra é esperada há muitos anos pela população da Baixada Cuiabana. Já na construção da trincheira, serão investidos R$ 25 milhões em recursos do Programa de Desenvolvimento Sustentável de Turismo (Prodestur), gerido em Mato Grosso pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec). 

Taques destacou que todas as saídas estaduais da Capital são duplicadas simultaneamente, um feito inédito da atual administração do Governo do Estado. “Este programa é o Pró-Estradas Vale do Rio Cuiabá, em que todas as saídas estaduais de Cuiabá serão duplicadas – tanto a Estrada da Chapada, como a Estrada da Guia e a estrada que dá acesso a Santo Antônio de Leverger”.

Com 7% da obra já concluída, a trincheira terá 365 metros, com investimentos de R$ 20 milhões “Com acabamento diferenciado, sem os canos expostos e o pavimento feito como determina as corretas normas de engenharia. Hoje as obras estão dentro do cronograma e segue o padrão técnico exigido pelo governador”, explicou o secretário de Infraestrutura Marcelo Duarte.

Além da trincheira e das duplicações, a Sinfra finaliza o projeto para a construção de um viaduto que ficará na rotatória do posto Bom Clima para ajudar a desafogar o trânsito na região do Centro Político Administrativo. O viaduto deverá ser construído na Avenida República do Líbano, que leva até a rodoviária de Cuiabá.

“O Governo do Estado tem aplicado de forma consciente os recursos do Prodestur em obras que tenham grande importância social, como a construção dessa necessária trincheira que irá mudar a realidade da capital”, afirmou o secretário de Turismo.

A comitiva do governador também vistoriou a obra da rota alternativa construída na Avenida do Florais, interligando a Estrada da Guia (MT-010) com a Estada da Chapada (MT-251), próximo à Fundação Bradesco. A avenida servirá como rota alternativa durante o período de interdição.

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MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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