CRATERAS URBANAS

Operação tapa-buraco atende Avenida Miguel Sutil e Avenida das Torres

A iniciativa faz parte do cronograma de manutenção e revitalização das vias públicas da capital, visando melhorar a infraestrutura urbana e a segurança viária.

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Mato Grosso

Fotos: Luiz Alves

Para garantir melhor trafegabilidade nas vias da capital, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, realiza, nesta quarta-feira (29), a operação tapa-buraco na Avenida Miguel Sutil e na Avenida Professora Edna Affi (Avenida das Torres), duas das principais vias da cidade.

A iniciativa faz parte do cronograma de manutenção e revitalização das vias públicas da capital, visando melhorar a infraestrutura urbana e a segurança viária.

A operação, iniciada no domingo (26), inclui recapeamento e aplicação de manta asfáltica para nivelar as ruas, garantindo maior segurança e trafegabilidade para condutores e pedestres, além de proporcionar uma superfície uniforme e mais resistente ao fluxo intenso de veículos.

Os trabalhos na Avenida Miguel Sutil abrangerão toda a sua extensão. “Essa é uma das principais avenidas da nossa capital, com grande fluxo diário de veículos. Por isso, a Prefeitura está garantindo que os serviços sejam realizados em toda a sua extensão, promovendo mais segurança e conforto para a população”, destacou o secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira.

Foto: Luiz Alves

A operação conta com o suporte de caminhões-caçamba e máquinas de pavimentação, assegurando a correta aplicação dos materiais e resultando em um serviço mais durável e eficiente. Além disso, quinze operadores atuam na preparação do material e no rastelamento, preparando o solo para receber o pavimento.

Equipes técnicas da Secretaria Municipal de Obras Públicas acompanham de perto a execução dos trabalhos, reforçando o compromisso com a qualidade e a satisfação dos cuiabanos.

Para garantir a segurança dos trabalhadores e a fluidez no trânsito, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) está sinalizando e coordenando os desvios para motoristas e pedestres que trafegam na região.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma equipe de três trabalhadores realizando um serviço de manutenção asfáltica na avenida Miguel Sutil. Eles usam uniformes cinza com faixas refletivas laranja e capacetes de proteção. No centro da imagem, um caminhão descarrega asfalto. Há cones de sinalização. Ao fundo, há prédios comerciais e carros circulando.

SECOM/CUIABÁ

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Mato Grosso

Acusado de matar esposa e enterrá-la no quintal é condenado

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O Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta terça-feira (20), Jackson Pinto da Silva pelos crimes de feminicídio, ocultação de cadáver e comunicação falsa de crime praticados contra a esposa, Nilza Moura de Sousa Antunes, de 64 anos. A acusação foi sustentada pelo promotor de Justiça Vinícius Gahyva, do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).Após acolher a tese apresentada pelo Ministério Público, o Conselho de Sentença reconheceu a responsabilidade do réu pelos crimes denunciados. A juíza presidente Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena em 31 anos e três dias de reclusão, em regime inicial fechado, um mês e três dias de detenção em regime aberto. Além da condenação criminal, a magistrada determinou o pagamento de 15 dias-multa e fixou indenização correspondente a 50 salários-mínimos, a ser paga aos sucessores da vítima a título de reparação mínima pelos danos causados.Conforme a denúncia do Ministério Público, o crime ocorreu na manhã de 4 de maio de 2026, na residência do casal, no bairro Parque Cuiabá. Segundo apurado durante as investigações, Jackson Pinto da Silva matou a vítima por asfixia mecânica enquanto ela dormia, circunstância que impossibilitou qualquer reação defensiva.De acordo com a acusação, o feminicídio foi praticado em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher e envolveu menosprezo à condição feminina. A denúncia apontou ainda que o crime teve motivação patrimonial, uma vez que o réu teria adotado medidas para obter controle sobre bens e recursos financeiros da vítima, realizando inclusive movimentações bancárias em benefício próprio.Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que, após matar a esposa, o condenado transportou o corpo para outro imóvel pertencente à vítima e o enterrou utilizando maquinário previamente contratado sob a justificativa de realização de obras no local. A conduta caracterizou o crime de ocultação de cadáver.A acusação também sustentou que o réu tentou dificultar a descoberta da verdade ao retirar equipamentos de armazenamento de imagens da residência e criar uma falsa narrativa para simular o desaparecimento da vítima. Conforme as investigações, ele utilizou o telefone celular de Nilza Moura de Sousa Antunes para enviar mensagens a familiares, forjando uma situação de sequestro e exigindo pagamento de resgate.Além disso, Jackson Pinto da Silva compareceu à polícia para registrar ocorrência baseada em informações falsas. A versão apresentada, entretanto, foi confrontada pelos elementos probatórios reunidos durante a investigação, permitindo o esclarecimento da dinâmica criminosa e a localização do corpo da vítima.Ao sustentar a acusação em plenário, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva defendeu a condenação do réu pelos crimes denunciados, tese acolhida pelos jurados que integraram o Conselho de Sentença.Fotos: Rodrigo Moura / TJMT

Fonte: Ministério Público MT – MT



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