Mato Grosso
Várzea Grande investe na melhora do ensino da Rede Pública
Mato Grosso
Meta da Administração Municipal é obter resultados mais positivos das avaliações aplicados pelo Ministério da Educação
Da Redação
Várzea Grande vai perseguir um nível de excelência para os alunos da Rede Pública Municipal que já são avaliados através de provas como do Ideb – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, da Prova Brasil e da Provinha Brasil que são aplicadas pelo Ministério da Educação através do Sistema de Avaliação da Educação Básica – SAEB do Instituto Nacional de Estudso e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – Inep.
“Os recursos aplicados na Educação Pública em Várzea Grande e que superam o mínimo legal de 25%, tem obrigatoriamente que apresentar resultados positivos e isto somente será possível se os nossos alunos obtiverem uma formação melhor que os prepare para o futuro e para o mercado de trabalho”, disse a prefeita Lucimar Sacre de Campos sinalizando que a escola em Várzea Grande tem que ser a porta de entrada para o mundo profissional dos homens e mulheres do amanhã.

Para atingir o nível de excelência pretendido, a Rede Pública Municipal vai integrar ainda mais toda a comunidade escolar e os pais de alunos, controlar de perto a lição de casa oferecendo aulas de reforço, incentivar e estimular os professores e aproveitar parcerias com os Governos Estadual e Federal, medidas está adotada pela secretaria Municipal de Educação, Cultura e Lazer de Várzea Grande e que já refletem positivamente no desempenho escolar dos alunos.
Lucimar Sacre de Campos lembrou que o setor educacional em Várzea Grande está recebendo este ano mais de R$ 100 milhões em investimentos e não é apenas em obras de sete novas escolas (quatro municipais e três estaduais que estão criando 5 mil novas vagas), mas em várias ações educacionais e efetivamente importantes como o fato da capacitação dos professores da Rede Pública Municipal.
Acompanhando de perto as ações educacionais, a prefeita Lucimar Sacre de Campos e secretário de Educação, Sílvio Fidelis desejam reforçar estes critérios de avaliação junto aos alunos da rede pública para que os mesmos obtenham o nível de excelência pretendido.

“A nossa preocupação é aumentar as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de nossos alunos, e para que isso aconteça é necessário o envolvimento da comunidade escolar como um todo, principalmente, no acompanhamento diário de nossos diretores e coordenadores. Esta é uma missão que temos cobrado sistematicamente. O acompanhamento de perto de todas as ações e serviços que estão sendo implantadas no setor educacional para que isto reflita positivamente no resultado final, que é dar uma educação de qualidade e aperfeiçoar as práticas pedagógicas”, disse a prefeita.
Lucimar Sacre de Campos vistoriou três escolas da Rede Pública Municipal. Na Escola Municipal de Educação Básica – EMEB “Honorato Pedroso de Barros”, localizada no Água Vermelha, conferiu as notas finais dos alunos. “É surpreendente a evolução que os alunos desta unidade estão tendo e, o percentual das notas comprova que o ensino tem melhorado. Este é o resultado que queremos alcançar em toda a rede municipal, por isso não estamos medindo esforços para investir no setor e na força humana que são professores e técnicos”, disse.

A diretora da escola, Marilene Silva, disse que os alunos da instituição já estão se preparando para as o certame “Prova Brasil”, que será realizado no mês de novembro. “Em 2015 ficamos em 6º lugar na classificação das escolas da Rede Municipal, porém a nossa aluna Maria Clara Camargo, obteve a maior nota da avaliação feita na disciplina de redação. Neste ano de 2017, queremos melhorar o nosso ranking e para isso estamos trabalhando bastante no aprendizado das disciplinas para conseguir um melhor resultado”, informou.
No São Mateus, a prefeita e o secretário de Educação, Silvio Fidélis, acompanharam também a evolução das notas obtidas pelos alunos das escolas “Abdala José de Almeida” e “Júlio Correia”.
“As duas unidades também tiveram evolução das notas mensais, e o ensino público adotado por esta administração tem tido uma boa aceitação do alunado. Uma das medidas adotadas pelo município é a implantação do projeto Escola em Tempo Ampliado E.T.A, onde o aluno que mantém notas abaixo da média está recebendo aulas de reforço e a partir do momento em que são inseridos no programa, tem melhorado o rendimento escolar. Nosso desejo e ampliar ainda mais esse programa e beneficiar um maior número de estudantes”, destacou a prefeita.

O secretário Silvio Fidelis disse que nas visitas in loco são avaliadas todas as ferramentas de gestão escolar tanto o que compõem a grade curricular, como também a forma de ensinar, de cuidar dos alunos e a qualidade no preparo da merenda escolar. “Nesses ultimo anos temos avançado, só para este ano estamos investindo cerca de R$ 100 milhões na aplicação de infraestrutura, como reconstrução e construção de novas unidades escolares e 14 novos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs). Além disso, estamos investindo em capacitações, compra de uniformes escolares, de material didático, e equipamentos necessários para o desenvolvimento do ensino público da Rede Municipal”, completou.
Mato Grosso
MPMT capacita servidores sobre planejamento de contratações e uso de IA
O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promoveu, nos dias 24 e 25 de setembro, uma capacitação voltada aos servidores da área-meio sobre planejamento de contratações públicas e o uso de novas tecnologias no desenvolvimento dos documentos exigidos pela legislação. Com o tema “O planejamento da contratação com base na Lei 14.133/2021 – construindo ETPs e TR com uso do ChatGPT e outras tecnologias para servidores do MPMT”, o curso foi ministrado pelo professor Sandro Bernardes, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram contato com aspectos relacionados ao planejamento das contratações, especialmente à elaboração de documentos como o Estudo Técnico Preliminar (ETP) e o Termo de Referência (TR), além de conhecerem possibilidades de aplicação da inteligência artificial e de outras ferramentas tecnológicas na rotina de trabalho.Para o assessor especial da Subprocuradoria-Geral de Justiça Administrativa, José Fabrício Silva, a capacitação ocorre em um momento importante de adaptação às exigências trazidas pela nova legislação de contratações públicas.“Esse tipo de capacitação é fundamental por dois aspectos essenciais. O primeiro é que as equipes que constroem essas demandas de contratação ainda precisam de formação sobre a estrutura dos documentos e tudo o que precisa ser preparado para que uma contratação seja realizada”, explicou.José Fabrício também destacou a utilização da inteligência artificial como uma ferramenta capaz de auxiliar os servidores diante do volume e da complexidade dos documentos produzidos no processo de contratação. “São documentos, às vezes, de muitas páginas, de uma estrutura que a lei exige que seja feita. A capacitação realmente veio para ajudar no dia a dia”, afirmou.Na avaliação do servidor, a incorporação de novas tecnologias à administração pública tende a fazer parte cada vez mais da rotina. “Quanto mais capacitadas as pessoas para darem conta de acompanhar esse avanço, que não é só no setor público, mas também no setor privado, melhores serão os resultados para a administração e, consequentemente, para a população”, ressaltou.A servidora Débora Luz, que atua na Coordenadoria de Engenharia e acompanha atividades relacionadas ao departamento, também destacou a importância da formação continuada. Entre suas atribuições estão o assessoramento na elaboração de documentos relacionados às contratações de engenharia, com atenção à legislação e às normas aplicáveis.Para ela, cursos dessa natureza são fundamentais para o aprimoramento dos processos de contratação do Ministério Público. “Não só importante, como essencial, fundamental. Uma condição sem a qual não é possível nós evoluirmos nossas contratações e licitações aqui no Ministério Público”, afirmou.Débora defendeu ainda que a capacitação seja realizada de forma permanente, permitindo o aprofundamento dos conhecimentos e a aplicação prática dos conteúdos. “A cada etapa, a cada curso, você permite se aprofundar mais na matéria e aplicar na sua prática. Então, sem uma reincidência, um retorno disso, eventualmente até com alguns mesmos professores ou mesmas temáticas, a gente não consegue andar evoluindo os resultados”, explicou.Para a servidora, a participação de especialistas com experiência na administração pública federal também contribui para aproximar o conteúdo apresentado da realidade enfrentada pelas equipes do MPMT.O professor Sandro Bernardes ressaltou que a atualização dos servidores é essencial diante das transformações pelas quais passa a administração pública. Segundo ele, o curso integra um processo de desenvolvimento de capacidades e habilidades necessárias aos profissionais que atuam em todas as etapas da contratação pública, desde o planejamento até a entrega do objeto à sociedade. “Não existe retrocesso” no uso da inteligência artificial, afirmou o professor, ao destacar que essas ferramentas tendem a ser incorporadas cada vez mais ao cotidiano profissional.O instrutor também chamou atenção para o papel da tecnologia como instrumento de apoio ao trabalho dos servidores, e não como substituta da atuação humana. Para ele, ferramentas de inteligência artificial podem potencializar o trabalho, proporcionando maior celeridade e novas possibilidades de pesquisa e análise, mas a supervisão humana permanece indispensável. “O que as plataformas, os chats e as IAs que temos à disposição vão fazer por nós é potencializar o nosso trabalho”, explicou.Sandro Bernardes destacou ainda que a responsabilidade pelas decisões continua sendo humana, especialmente no serviço público, que tem como finalidade atender às necessidades da sociedade. “A supervisão humana ainda é necessária, primeiro pela responsabilidade que a gente tem diante da comunidade civil. A plataforma nunca vai se comportar como ser humano; ela vai emular, vai usar algoritmos, números para tentar traduzir aquilo que considera como interesse público”, afirmou.Segundo o professor, a tecnologia pode ampliar as possibilidades de atuação dos servidores, mas não substitui aspectos próprios da experiência humana, como a capacidade de compreender contextos, interpretar situações e manter proximidade com a sociedade.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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