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Com bandeira amarela, conta de luz fica mais barata a partir desta 6ª

Em outubro, a bandeira vigente era a vermelha patamar 2 — grau mais elevado na estrutura tarifária, segundo a Aneel

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A partir desta sexta-feira (1º/11), a conta de luz ficará mais barata devido ao acionamento da bandeira tarifária amarela no mês de novembro. Na última semana, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a mudança ocorreu em razão da melhora das condições de geração de energia elétrica no país, com a retomada das chuvas e o aumento dos níveis dos reservatórios.

Em outubro, a bandeira vigente era a vermelha patamar 2 — grau mais elevado na estrutura tarifária, que aumenta quando há menos água nos reservatórios das usinas hidroelétricas.

Neste ano, o Brasil teve dois meses de contas de energia mais caras: setembro (com a bandeira vermelha patamar 1) e outubro (com a bandeira vermelha patamar 2).

Como fica a cobrança nas contas?

Agora, a cobrança passa dos R$ 7,877, a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos — cobrados na bandeira vermelha patamar 2 —, para R$ 1,885, a cada 100 kWh consumidos — cobrados na bandeira amarela.

A medida vale para todos os consumidores de energia conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O que significa cada cor?

  • Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia.
  • Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis.
  • Bandeira vermelha — Patamar 1: condições mais custosas de geração.
  • Bandeira vermelha — Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração.

Fonte: Agência Brasil – https://www.metropoles.com/brasil/economia-br/com-bandeira-amarela-conta-de-luz-fica-mais-barata-a-partir-desta-6a

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IGP-M volta a subir em setembro e acumula alta de 3,34% em 12 meses

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 1,57% em setembro deste ano. No mês anterior, o indicador havia tido deflação (queda de preços) de 0,22%.

Com os dados divulgados nesta terça-feira (29) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M acumula inflação de 3,45% neste ano e de 3,34% em 12 meses. Em setembro de 2025, o IGP-M havia registrado taxas de 0,42% no mês e de 2,82% em 12 meses.

A alta em setembro foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação do atacado, e que passou de uma deflação de 0,34% em agosto para uma inflação de 2,08% em setembro.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, passou de uma deflação de 0,41% em agosto para uma alta de preços de 0,50% em setembro.

O terceiro subíndice que compõe o IGP-M, o Instituto Nacional de Custo da Construção (INCC), teve, em setembro, inflação mais moderada (0,25%) do que em agosto (0,41%).

 



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