‘levantar as paredes’

Com aval de Bolsonaro, deputado defende aliança com Mauro Mendes em disputa ao Senado

Mendes, porém, já defendeu o nome de seu vice-governador, Otaviano Pivetta (Republicanos), como propenso a concorrer ao Governo do Estado como seu sucessor.

Publicado em

Política

Com PL fortalecido com eleições municipais, Medeiros vê partido apto para pleitear o Senado / Foto: Câmara dos Deputados

O deputado federal José Medeiros (PL), um dos principais nomes do partido para disputar o Senado Federal nas eleições de 2026, avalia uma possível aliança com o governador Mauro Mendes (União Brasil), avalizada pelo ex-presidente Bolsonaro.

“Ele (Bolsonaro)  tem meta de eleger, no mínimo, um candidato em cada Estado e, onde for possível, até dois. O objetivo principal é a eleição de senadores, porque daremos segurança jurídica ao Brasil”, afirmou.

Bolsonaro dividiu palanque com Mauro Mendes na eleição de Abilio, em Cuiabá e, nesta campanha, teria entendido que ambos estão do mesmo lado. “A avalição que o ex-presidente fez foi de que Mauro é nosso parceiro e, onde há parceiros, a ideia é não lançar dois candidatos. Em Mato Grosso, não aconselhou a lançar dois, a menos que Mauro não queira, mas, se quiser, formamos uma chapa com ele para não corrermos risco”, acrescentou.

Em 2026 dois senadores serão eleitos em Mato Grosso. Mauro Mendes é o principal cotado, assim com a deputada estadual Janaína Riva e o próprio José Medeiros a entrarem na disputa.

O PL de José Medeiros tenta viabilizar o senador Wellington Fagundes e o empresário e produtor rural Odílio Balbinotti – principalmente pelo fortalecimento da sigla em MT. “O PL saiu muito fortalecido das eleições municipais. Fizemos 516 prefeituras e elegemos quase cinco mil vereadores. É uma vitória gigantesca e estamos com a obrigação de ‘levantar as paredes’ desse ‘edifício’ que queremos deixar pronto para 2026”, frisa Medeiros.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Podemos elege 6 deputados e terá maior bancada da Assembleia em 2027

Publicados

em


O Podemos será o partido com maior número de cadeiras na Assembleia Legislativa de Mato Grosso a partir de 2027. A legenda elegeu seis dos 24 deputados estaduais que vão compor a nova legislatura, resultado que coloca a sigla à frente de PL e Republicanos, que conquistaram quatro vagas cada.

A bancada do Podemos será formada por Max Russi, Ulysses Moraes, Beto Dois a Um, Alessandra Ferreira, Fabinho Tardin e Adelcino Lopo. Presidente da Assembleia, Max Russi também foi o deputado estadual mais votado da eleição, com 86.934 votos.

O PL terá Samantha Íris, Faissal Calil, Gilberto Cattani e Alcino Barcelos. Já o Republicanos, partido do governador reeleito Otaviano Pivetta, contará com Diego Guimarães, Valmir Moretto, Dr. Eugênio e Nininho.

O MDB elegeu três parlamentares: Dr. João, Thiago Silva e Leo Bortolin. As federações PSDB-Cidadania e União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas, ficaram com duas cadeiras cada.

Na oposição mais definida ao governo estadual, a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PV e PCdoB, terá dois representantes: Lúdio Cabral e Valdir Barranco. O PSD terá uma cadeira, ocupada por Wilson Santos.

Nova correlação de forças

A composição eleita aponta para um cenário de maior presença de partidos que estiveram próximos da atual administração estadual. Considerando as bancadas do Podemos, Republicanos e PL, são 14 deputados, número suficiente para formar maioria simples na Assembleia.

O cenário pode ser ampliado com parlamentares de outras legendas. No MDB, por exemplo, Dr. João e Thiago Silva integram a nova bancada, enquanto União Brasil e PSDB-Cidadania também terão representantes na Casa. A classificação individual de cada deputado, porém, dependerá das posições adotadas ao longo da próxima legislatura.

A nova Assembleia terá 18 deputados reeleitos ou integrantes que já tiveram passagem pelo Legislativo e seis estreantes, segundo levantamento do RDNews. A renovação ficou em pouco mais de 25% das cadeiras.

A legislatura 2027-2030 começa oficialmente em fevereiro do próximo ano e terá como um dos primeiros movimentos a definição da nova Mesa Diretora da Assembleia, além da formação dos blocos e da composição das comissões permanentes.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA