ELEIÇÕES 2024

Coligação recorre de indeferimento da candidatura de Tião da Zaeli à vice-prefeito de Várzea Grande

Segundo os advogados, a decisão de indeferimento foi resultado de interpretações incorretas das normas eleitorais e de questões processuais que não consideraram toda a documentação apresentada por Tião da Zaeli.

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Foto: Arquivo Pessoal

A coligação “Sede Por Mudança” protocolou um recurso no Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) contestando a decisão do juiz da 20ª Zona Eleitoral de Várzea Grande, Carlos Roberto Barros de Campos, que indeferiu o registro de candidatura do empresário Tião da Zaeli (PL) ao cargo de vice-prefeito na chapa encabeçada por Flávia Moretti (PL). A coligação é composta pelos partidos PL, DC, PRTB e Podemos.

O recurso foi apresentado na noite de terça-feira (10) pela equipe jurídica da coligação. Segundo os advogados, a decisão de indeferimento foi resultado de interpretações incorretas das normas eleitorais e de questões processuais que não consideraram toda a documentação apresentada por Tião da Zaeli.

O processo teve início após a publicação do Edital nº 00015, em 14 de agosto de 2024, que estabeleceu o prazo para a impugnação de registros de candidaturas. O Ministério Público Eleitoral (MPE) solicitou a verificação das condições de inelegibilidade de Zaeli, mas não detalhou os motivos de sua solicitação.

A defesa de Tião da Zaeli alegou ainda que o candidato enfrentou problemas técnicos no sistema eletrônico de registro, o que impossibilitou sua resposta dentro do prazo estabelecido. A situação se complicou em 7 de setembro de 2024, quando a coligação “Várzea Grande Melhor” apresentou uma impugnação ao registro de Zaeli, mesmo fora do prazo. Apesar da intempestividade da impugnação, o juiz decidiu indeferir a candidatura, citando questões de inelegibilidade.

Agora, o recurso da coligação busca reverter essa decisão para garantir que Tião da Zaeli possa disputar as eleições municipais de 2024 como vice-prefeito de Várzea Grande.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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