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Encontro reunirá ministros para discutir importância do agro de MT antes de evento mundial

Agronegócio brasileiro e internacional estão com os olhos voltados para o Fórum Internacional Agropecuária (FIAP 2024)

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Política

Foto Reprodução Christiano Antonucci / Secom - MT

A comunidade do agronegócio brasileiro e internacional estão com os olhos voltados para o Fórum Internacional Agropecuária (FIAP 2024), que vai reunir ministros que já chefiaram o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com o objetivo de chamar a atenção do G20 para as principais pautas do agronegócio brasileiro. O encontro vai acontecer no próximo dia 9 de setembro no Cenarium Rural, em Cuiabá. Confirmaram presença no evento o atual ministro Carlos Fávaro e seus antecessores Roberto Rodrigues e Blairo Maggi, que trarão a história do agronegócio brasileiro e sua importância para a segurança alimentar do planeta, e o ministro Aldo Rebelo, que apresentará o Código Florestal e como essa legislação protege a vegetação brasileira. Estão também confirmados os governadores Helder Barbalho, do Pará, e o anfitrião Mauro Mendes, além de pesquisadores que apresentam as tecnologias agrícolas e as experiências em produção sustentável que são referência para o mundo.

 

 

 

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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