DISPUTA EM VG

KALIL: Bolsonaro não conhece os problemas de VG e ameniza apoio do ex-presidente à adversária

Kalil diz que a disputa eleitoral em VG é baseada no contato direto com os eleitores,

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O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), que busca sua reeleição, minimizou os possíveis impactos que o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à sua adversária, Flávia Moretti (PL), pode ter na campanha eleitoral municipal. Em recente entrevista, Kalil destacou que, embora tenha apoiado Bolsonaro em eleições passadas, ele acredita que o apoio do ex-presidente não influenciará significativamente a eleição local.

O gestor afirmou que a política municipal de Várzea Grande é baseada em contato direto com os eleitores, o que, segundo ele, diferencia a dinâmica eleitoral da cidade. “A eleição municipal é muito pessoal. Você tem um contato com o eleitor, você está próximo dele”, disse. O prefeito também ressaltou seu envolvimento contínuo com a população, afirmando que conhece os desafios e dificuldades da cidade por estar frequentemente presente nas ruas, em diálogo direto com os moradores.

Embora reconheça a contribuição de Bolsonaro para Várzea Grande, especialmente durante a pandemia, Kalil argumentou que o ex-presidente não tem um conhecimento profundo dos problemas locais. “Quem conhece os problemas da Várzea Grande é o Kalil Baracat, que está à frente, que sabe os desafios e que está buscando resolver”, afirmou. Ele ainda reconheceu os esforços de Bolsonaro em liberar recursos para o município, mas destacou que, como gestor, sua principal preocupação é com as necessidades locais, independentemente de quem ocupa a presidência.

O prefeito também mencionou que seu arco de alianças inclui partidos alinhados tanto com o governo federal quanto com o ex-presidente Bolsonaro, o que, em sua visão, reforça a diversidade de apoios que sua gestão recebe. Ele enfatizou que, se necessário, buscará recursos junto ao governo federal, como fez no passado com Bolsonaro, e está disposto a fazer o mesmo com o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso a situação exija.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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