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Kalil Baracat lidera pesquisa com 56,2% e caminha para reeleição em VG, segundo o Gazeta Dados

A pesquisa também foi realizada na modalidade espontânea

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Política

Secom Prefeitura de Várzea Grande

Advogada Flávia Moretti aparece em segundo lugar com 12,7% das intenções de voto, enquanto Miltão do PSOL tem a maior rejeição entre os candidatos.

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), seria facilmente reeleito com 56,2% dos votos válidos se as eleições fossem realizadas hoje, segundo a primeira rodada de pesquisa do Instituto Gazeta Dados na modalidade estimulada. O gestor várzea-grandense representa a coligação “Várzea Grande Melhor”, que inclui MDB, Republicanos, PP, PDT, PRD, Novo, Agir, PSB, União, PSD e a Federação PSDB/Cidadania. Seu candidato a vice é o presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Paulo Tolares (União).

A advogada Flávia Moretti (PL), da coligação “Sede Por Mudança” (PL, Pode, DC, PRTB), é a principal adversária de Kalil e que aparece com 12,7% das intenções de voto. Sua chapa é formada apenas por candidatos do PL, tendo o ex-prefeito Tião da Zaeli como vice. Em terceiro lugar, está a professora Liliane Borges (PT), da Federação Brasil da Esperança (PT, PV, PCdoB), com 3,4%, acompanhada de seu vice Ricardo Batista (PCdoB). O último colocado é Miltão (PSOL), com apenas 0,8%, tendo Pimenta (PSOL) como vice.

A pesquisa também foi realizada na modalidade espontânea, onde Kalil continua à frente com 31,1%, seguido por Flávia Moretti com 4,8%, Liliane com 0,8% e Miltão com 0,3%. Vale destacar que 59,8% dos entrevistados ainda não sabem ou preferiram não responder.

No quesito rejeição, Miltão lidera com 16,5%, seguido por Kalil com 11,9%, Flávia com 10,3%, e Liliane com 9,9%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de agosto, ouvindo 800 pessoas em 87 bairros de Várzea Grande. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-08126/2024.

Várzea Grande não terá segundo turno, pois o município não possui os 200 mil eleitores necessários para tal. Segundo o TSE, a cidade conta atualmente com 190.951 eleitores aptos. Em Mato Grosso, apenas Cuiabá preenche os requisitos para eleições em dois turnos.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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