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Sessão do Pleno elege a nova desembargadora do TJMT

Ao todo, 16 magistrados foram inscritos no edital para o cargo de desembargadora

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Política

Foto: Alair Ribeiro

Anglizey Solivan de Oliveira foi eleita a nova desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em sessão do Pleno na manhã desta segunda-feira (19). A vaga estava em aberta em sucessão ao falecimento do desembargador Luiz Carlos da Costa, em 10 de maio deste ano. A juíza recebeu 33 votos. A posse da desembargadora foi marcada para terça-feira (20), às 16h00.

Ao todo, 16 magistrados foram inscritos no edital para o cargo de desembargadora pelo critério de merecimento, exclusivo para mulheres. Céli Regina Vidotti recebeu 28 votos e Ana Cristina Mendes recebeu 20 votos, sendo as três mais votadas. Anglizey era Juíza da 1ª Vara Regional e Especializada em Recuperação Judicial e Falência da Comarca da Capital.

A mais nova desembargadora foi eleita pelo critério de merecimento. Notas foram lançadas a base do mapa estatístico de produtividade das magistradas inscritas, referente aos últimos dois anos. O mapa de produtividade da Corregedoria-Geral de Justiça, que disponibiliza todos os dados para consulta aos membros da Corte estadual.

Anglizey ingressou na magistratura em 1998. Atuou nas comarcas de Colíder, Juscimeira, Cáceres, Itiquira, Rondonópolis, Várzea Grande e Cuiabá. No decorrer desses 26 anos de carreira, teve experiência em Varas de Fazenda Públicas, Infância e Juventude e Sucessões.

Eram candidatas ao cargo de desembargadora as juízas:

Juanita Cruz da Silva Clait Duarte;
Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro;
Ester Belém Nunes;
Lúcia Peruffo;
Anglizey Solivan de Oliveira;
Eulice Jaqueline da Costa Silva Cherulli;
Gleide Bispo Santos;
Monica Catarina Perri Siqueira;
Amini Haddad Campos;
Ana Cristina Silva Mendes;
Celia Regina Vidotti;
Suzana Guimarães Ribeiro;
Rita Soraya Tolentino de Barros;
Edleuza Zorgetti Monteiro da Silva;
Christiane da Costa Marques Neves;
Tatiane Colombo.

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CMO analisa crédito especial de R$ 4,2 mi para Justiças Eleitoral e do Trabalho

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Um projeto de lei encaminhado pelo Poder Executivo ao Congresso prevê crédito especial de R$ 4,2 milhões no Orçamento da União para a aquisição de imóveis destinados à expansão das estruturas da Justiça Eleitoral e da Justiça do Trabalho. Os recursos beneficiarão o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL) e o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9), no Paraná.

PLN 9/2026 prevê R$ 283,7 mil para a compra de um imóvel contíguo à antiga sede do TRE-AL, em Maceió. Segundo o projeto, a medida permitirá ampliar as instalações administrativas, integrar unidades e reduzir despesas futuras com locação de imóveis.

A maior parte dos recursos, R$ 3,9 milhões, será destinada ao TRT-9 para a aquisição de um terreno de 737 metros quadrados, em Curitiba, pertencente ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O imóvel será utilizado na ampliação do edifício-sede do tribunal, incluindo despesas com demolição e elaboração de projetos arquitetônicos e complementares.

De acordo com o projeto, o crédito será financiado por meio da anulação de dotações orçamentárias. O governo afirma que a medida não altera a meta de resultado primário de 2026, por se tratar de remanejamento de despesas já previstas no Orçamento.

A proposta aguarda designação do relator na Comissão Mista de Orçamento (CMO). 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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