Candidato a prefeito

EDUARDO BOTELHO DIZ NÃO SE PREOCUPAR COM AS PESQUISAS ELEITORAIS

Botelho afirma que o que tem visto nas ruas já apontam a sua boa aprovação

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Política

Foto: ALMT/ Vanderson Ferraz

Candidato a prefeito de Cuiabá Eduardo Botelho (União), diz que não se desassossega com o que dizem as pesquisas eleitorais, nem mesmo as que o colocam à frente com vantagens em relação aos outros candidatos. Contudo, afirma que o que tem visto nas ruas já apontam a sua boa aprovação.

Botelho disse na manhã desta quarta-feira (13), em entrevista na sede do Poder Legislativo na capital, que as pesquisas não são sua preocupação, até porque não sabe as origens de algumas delas.

“Eu não gosto muito de comentar pesquisa, porque pesquisa aparece para todos os gostos, aparece gente que faz pesquisa de todo tipo. Eu não me preocupo com pesquisa, mesmo as que me colocam lá na frente, não são todas, é a grande maioria aí”, disse.

Botelho ressalta que, durante a campanha nas ruas, percebeu uma boa recepção da população e que isso é um incentivo a considerar.

“Eu acho que cada um tem que fazer o seu trabalho, eu tenho certeza que nós estamos bem recebidos por onde andamos, por onde formos, estamos sendo bem aceitos então não tenho preocupação nenhuma com esse tipo de pesquisa”.

Botelho ainda disse que “eu estou muito tranquilo, muito consciente do trabalho, do que estamos fazendo, não tem nada de alerta. Tem um alerta de trabalho, de continuar trabalhando (…) e, principalmente, trabalhar com a verdade, deixar a mentira para os outros”.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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