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Um dos tópicos de Plano de Governo de Botelho é administrar a Santa Casa

Outra proposta de seu plano de governo é investir nas policlínicas para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)

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Política

Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Eduardo Botelho (União) candidato a prefeito de Cuiabá, diz que um dos pontos de seu plano de governo é solicitar ao Governo do Estado a administração do Hospital Estadual Santa Casa.
O candidato planeja pedir ao governador Mauro Mendes (União), caso seja eleito que deixe todos os equipamentos da Santa Casa para que a prefeitura continue os atendimentos na unidade, com foco na ala entre mulheres e recém-nascidos.

“Já iniciamos conversas com o governo, porque quando o governo deixar a Santa Casa, ele pode doar tudo que está lá para a prefeitura, e nós transformaremos o espaço em um Centro de Referência para as mulheres”, afirmou.

O atendimento hoje, aos recém-nascidos, vem sendo feitos no Centro Médico Infantil, localizado no antigo Pronto-Socorro. No entanto, Botelho planeja dar uma nova finalidade à unidade.

O estado fez uma requisição administrativa de bens e serviços na Santa Casa há cinco anos, assumindo o controle emergência e temporário para garantir o atendimento de média e alta complexidade aos usuários do Sistema Único da Saúde (SUS).

A medida foi tomada devido à falta de pagamento a fornecedores e funcionários, que estavam com salários atrasados há quase sete meses na época.

Outros projetos

Botelho tem outros planos, além de assumir a administração da Santa Casa, que é transformar o Hospital São Benedito em um centro de tratamento e atendimento para idosos. Outra proposta de seu plano de governo é investir nas policlínicas para desafogar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

“Precisamos reativar a policlínica do Coxipó, porque ela pode aliviar muito a demanda das UPAs, já que muitos atendimentos feitos nas UPAs poderiam ser realizados nas policlínicas”, comentou.

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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