Em Intanhangá

Mauro não se posiciona ainda sobre sobre suposta invasão do MST em assentamento e que estado vai ajudar

Mauro se posicionou ontem na convenção do União Brasil

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Foto ilustrativa

O governador Mauro Mendes (União) em entrevista à imprensa, ontem, segunda-feira (5), na convenção do União Brasil, no Ginásio Aecim Tocantins, em Cuiabá,  evitou comentar sobre a celeuma envolvendo suposta invasão de terras de um assentamento em Itanhangá (454 Km de Cuiabá), por parte de um grupo que se apresenta como membros do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). O gestor mato-grossense, afirmou que aguarda mais informações sobre o caso, para definir se cabe e de que forma do Estado pode atuar para atender tanto os supostos proprietários da terra quanto dos eventuais invasores.

“Olha, nós estamos recebendo mais informações e assim que eu tiver, nós temos algumas informações que precisamos fechar ainda, de um lado e de outro, para que possa o governo saber como atuar e como ajudar”, afirmou, ao Olhar Direto, nesta segunda-feira (05).
“Eu não posso antecipar uma impressão, porque é muito ruim, mas eu vou tentar compreender com mais profundidade, saber onde o governo do Estado pode ajudar, tanto um lado quanto o outro”, afirmou Mauro Mendes.
A suposta invasão tem sido denunciada por políticos da extrema direita, como a líder da bancada federal, deputada Coronel Fernanda (PL). Segundo ela, membros do MST estão ocupando um espaço e teriam ateado fogo na região com objetivo de atingir os mais de mil assentados na região, sendo que grande maioria são pequenos produtores.
“Por que que a gente fala que foram eles [MST]? Porque foram os únicos que se mantiveram tranquilos, enquanto os proprietários estavam correndo para cima e para baixo para tentar apagar o fogo, para fugir do prejuízo. Eu estive nas proximidades desse local, onde estão lá, a maioria estava jogando bola”, relatou.
A parlamentar disse que vai levar o caso para que a Justiça Federal tome alguma atitude em relação ao que acontece no órgão em Mato Grosso. Ela ressalta que os produtores de Itanhangá estão sendo desmerecidos, humilhados e estão correndo risco se nenhuma medida for adotada.

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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