Acabou o amor e ficaram só amargas lembranças
Márcia Pinheiro quer distância de Lúdio e anuncia apoio a Kennedy
Márcia teve uma inexpressiva votação na eleição ao governo em 2022, obtendo apenas a pífia em votação de 16,41%
Política
A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro (PV), que há dois anos foi candidata ao Governo de Mato Grosso “dando palanque” a Lula aqui no Estado resolveu romper de vez com a Federação Brasil da Esperança, que é composta pelo PT-PV-PcdoB e não irá apoiar o deputado Lúdio Cabral (PT) à Prefeitura de Cuiabá nas próximas eleições. Ela já garantiu que será aliada de Domingo Kennedy (MDB), correligionário do marido, o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
Márcia teve uma inexpressiva votação na eleição ao governo em 2022, obtendo apenas a pífia em votação de 16,41%, quase superada pelo até então desconhecido pastor Ritela – 14,34%. O principal potencial de um apoio da primeira-dama é mesmo negativo, principalmente com o mandato de Emanuel Pinheiro se encaminhando para o fim com rombo nas contas da prefeitura, sem contar nas inúmeras operações deflagradas contra a administração municipal. Algumas das investigações inclusive respingam na própria Márcia, que neste momento está proibida pela justiça até de pisar na Prefeitura de Cuiabá.
Política
MP libera R$ 6,6 bilhões para subsídios a combustíveis
Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9) medida provisória que destina R$ 6,605 bilhões para subvenções de produção e importação de combustíveis. O crédito extraordinário será administrado pelo Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Do total previsto na MP 1.389/2026, R$ 5,607 bilhões serão destinados à subvenção do óleo diesel de uso rodoviário. Os outros R$ 998 milhões serão usados em subvenções à produção e à importação de combustíveis derivados de petróleo.
Créditos extraordinários têm a finalidade de atender despesas urgentes e imprevisíveis e permitem a aplicação imediata dos recursos pelo Poder Executivo. Como a liberação do dinheiro foi feita por medida provisória, o Congresso Nacional deve analisar o texto em até 60 dias prorrogáveis pelo mesmo período. Se aprovada, a MP é convertida em lei.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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