Eleição mesa diretora

Deputado teme que acirramento da disputa atrapalhe sua eleição e reforça busca por consenso

Max diz que está conversando com todos os deputados, mas que a chapa ainda não está montada

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Política

Foto JLSiqueira Secom AL-MT

Temendo que o acirramento da disputa pelos demais cargos da Mesa Diretora venha a atrapalhar sua eleição à Presidência da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB) reforçou a busca pelo consenso dentro do Parlamento. Ele afirmou que não tem preferidos e que irá votar naqueles que conquistarem apoio da maioria.

Até o momento a disputa mais acirrada está pela 1ª secretaria, em que Janaina Riva (MDB) teria ao menos 14 votos, contra Beto Dois a Um (União), vice-líder do governo. Além disso, pela 1ª Vice-presidência, Júlio Campos (União) disputa com Gilberto Cattani (PL), que alega ter mais direito ao posto, por estar mais tempo no Legislativo.
“Essa divisão pode me atrapalhar, não me ajuda, pois um ou outro que não for atendido pode ficar chateado e não votar”, disse, garantindo ter apoio dos demais 23 parlamentares.
“Estou conversando com todos os deputados, mas a chapa não está montada, será discutida. Aquele que conseguir a maioria dos votos terá meu apoio. Vamos formar a chapa democraticamente”, acrescentou.
Max ainda reforçou que não tem preferidos para os demais cargos da Mesa que será escolhida na sessão do dia 7 de agosto.
“Independentemente de quem for escolhido pra 1ª Secretaria nós não vamos dividir o grupo. Vamos trabalhar pelo fortalecimento. Qualquer um dos demais 23 deputados serviriam para ser meus companheiros de chapa, não tenho distinção. Aquele que for escolhido pela maioria será meu companheiro. Beto e Janaina são amigos, se dão bem e a disputa está na conquista de outros votos”, pontuou.

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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