'bombas' no aparelho

Celular de Zampieri pode revelar esquema envolvendo juízes, desembargadores e advogado famoso de Cuiabá

A própria Justiça de Mato Grosso determinou para que os dados e o celular fossem devolvidos à viúva.

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Polícia

Reprodução omatogrosso.com

ATUALIZADA ÀS 10h08 – O explosivo Caso da Execução do advogado Roberto Zampieri, que morreu após levar 8 tiros em 2023, em Cuiabá, causando grande repercussão regional e até mesmo na mídia nacional, continua gerando informações bombásticas. É que após muitos vai e vem no desenrolar das investigações, a própria Justiça de Mato Grosso determinou para que os dados e o celular fossem devolvidos à viúva.

Recentemente já surgem notícias inquietantes e que dão conta de que as informações contidas no aparelho, na realidade, tratam-se de uma verdadeira ‘bomba ambulante’ e que poderia, sim, revelar toda a estruturação complexa de um engenhoso esquema de venda de sentenças e decisões judiciais, envolvendo ao menos três desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, alguns juízes e um advogado famoso de Cuiabá. Sabe-se o polêmico e ‘estratégico’ celular passou a ser disputado depois que Etevaldo Caçadini, coronel do Exército apontado como financiador da execução, pedir acesso irrestrito aos dados contidos no telefone. A partir de então, o juiz Wladymir Perri, que conduzia o processo, tomou decisões sobre a custódia da prova, se tornando o único a poder acessar os elementos, e, com isso, o exame das informações foi levado ao Conselho Nacional de Justiça. No último dia 18, o corregedor geral, Luis Salomão, decidiu manter as informações do celular, justificando que “as investigações policiais acerca da motivação do crime, o homicídio de Roberto Zampieri pode ter tido relação com decisões judiciais”. Nesta segunda (24), então, o juiz Jorge Alexandres Martins Ferreira negou destruir o HD que armazenou os dados, mas, devolveu o telefone à esposa de Zampieri. Na ordem, o magistrado anotou que o HD é importante para o processo, pois nele contém informações sobre a conduta dos supostos mandantes do crime.

Esse rumoroso caso ainda promete outros desdobramentos.

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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