FALTAS SEM JUSTIFICATIVAS

BOTELHO ADVERTE DURAMENTE DEPUTADOS FALTOSOS E AMEAÇA CORTE DA VI DE R$65 MIL

Botelho lembrou que desde 2022 os encontros legislativos têm ocorrido apenas às quartas-feiras e, por isso, não havia justificativa para ausências.

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AL-MT

Presidente da Assembleia Legislativa (AL-MT), deputado Eduardo Botelho (UNIÃO), criticou duramente os deputados que vem faltando sem justificativas, às sessões na Casa de Leis de Mato Grosso. O chefe da casa ameaçou adotar até medidas mais duras, como cortar a verba indenizatória de seus colegas de parlamento que estão faltando às sessões ordinárias. Nesta quarta-feira (26), ele destacou que a falta pode impactar no resultado de uma votação e lembrou que desde 2022 os encontros legislativos têm ocorrido apenas às quartas-feiras e, por isso, não havia justificativa para ausências. “Vou começar a cortar, não só a VI dos deputados, que não vir na quarta-feira. Nós só estamos fazendo sessões nas quartas, não marca nada, nós estamos começando a sessão há mais de 10h, então tem que vir”, ressaltou. Cada deputado recebe mensalmente uma VI de R$ 65 mil.

 

 

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Projeto abre crédito orçamentário de R$ 2,3 milhões para órgãos do Poder Judiciário

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O Congresso Nacional analisa projeto (PLN 21/26) que abre crédito especial no Orçamento de 2026 no valor de R$ 2,3 milhões para atender despesas das justiças Eleitoral, e do Distrito Federal e dos Territórios.

Na Justiça Eleitoral, os recursos serão utilizados para compensação financeira entre o Regime Próprio de Previdência Social da União e os regimes próprios de estados e municípios.

Já na Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, o dinheiro será usado para pagar magistrados com aposentadoria compulsória.

“A aposentadoria compulsória por interesse público possui natureza jurídica de medida disciplinar de afastamento definitivo do cargo de magistrado e, por consequência, não pode ser custeada com recursos de regime próprio de previdência social”, explica a mensagem que acompanha o projeto.

Os recursos serão obtidos por remanejamento de despesas dos órgãos e, por isso, não afetam a meta fiscal para o ano, que é um superávit (receitas superiores a despesas) de R$ 34,3 bilhões.

Próximos passos
O projeto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento e, em seguida, pelo Plenário do Congresso Nacional (sessão conjunta de Câmara dos Deputados e Senado Federal).

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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