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Mauro Mendes avalia que Lula e Bolsonaro não conseguiram dar rumo melhor para o Brasil

Vejo que são governos diferentes. Cada um, a seu modo, teve suas oportunidades, diz Mauro Mendes

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Política

O governador Mauro Mendes (UNIÃO) disse em recente entrevista nesta semana que tanto o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quanto o governo do atual presidente Lula (PT), não conseguiram dar um rumo melhor para o Brasil. A declaração do chefe do Executivo estadual foi dada em entrevista ao portal digital Poder360, quando questionado a fazer uma avaliação sobre as respectivas gestões.

“Vejo que são governos diferentes. Cada um, a seu modo, teve suas oportunidades, mas nenhum conseguiu dar um rumo diferente e melhor para o Brasil. É difícil dizer que um foi melhor de forma simplista”, comentou Mendes durante entrevista ao Poder 360.
O gestor mato-grossense apoiou o presidente Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2022. Na entrevista, ele citou que Lula e Bolsonaro governam cada uma à sua maneira, com o petista direcionando sua sua gestão mais para pautas sociais e o capitão da reserva em uma gestão mais liberal.
De acordo com Mauro, o ex-presidente cometeu um equívoco “muito grande” quando comprou brigas desnecessárias e resolveu se opor à vacinação contra a covid-19 e medidas sanitárias para mitigar os efeitos da crise sanitária em decorrência da pandemia.
Em abril de 2021, Mauro Mendes e outros 19 governadores assinaram uma carta na qual diziam que uma publicação feita por Bolsonaro nas redes sociais  tinha como objetivo “produzir informação distorcida, gerar interpretações equivocadas e atacar Governos locais”,
Ainda na avaliação de Mendes, a gestão Bolsonaro não conseguiu cumprir promessas cumpridas ainda na campanha, principalmente, na área econômica. “Era um governo que tinha uma tendência liberal, pró-estado e falava em buscar eficiência, mas [houve] pouco resultado nessa direção”.

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Wilson Santos propõe dispositivos de localização para ampliar a segurança de autistas em MT

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Com mais de 15 leis sancionadas em benefício das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, na sessão plenária da última quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 1.203/2026, que estabelece diretrizes para incentivar a utilização de dispositivos eletrônicos de localização como instrumento complementar de segurança e proteção de crianças e adolescentes autistas em Mato Grosso.

A proposta vai ao encontro de uma iniciativa pioneira no país, implementada pela Prefeitura de Marília, no interior de São Paulo, no início de outubro, onde o município adquiriu e distribuiu as primeiras pulseiras com localizadores por GPS para atender crianças e adolescentes. “Importante projeto para também ser aplicado em Mato Grosso. Precisamos fortalecer as políticas públicas com foco na qualidade de vida e segurança das famílias com autistas. Esse dispositivo vai permitir a localização destes jovens de forma rápida ao se perderem dos seus pais ou responsáveis. E a nossa intenção é somar nos cuidados e na proteção deles”, justificou o parlamentar.

Para Daiane Ferreira Arruda, mãe de Ysaque Lima, de 11 anos, diagnosticado com autismo nível 3, a iniciativa pode trazer mais tranquilidade às famílias. Ela relata que já passou por situações em que o filho saiu de casa sem que ela percebesse. A sorte, segundo ela, é que os vizinhos já o conhecem e sempre o trazem de volta. “É muito difícil controlá-lo. E essa proposta do deputado Wilson Santos é muito boa. Pelo menos saberemos onde ele estiver com o uso deste dispositivo. Quando ele sai de um lado para outro aqui no bairro, pelo menos sei onde foi. Já aconteceu de ele se afastar de mim no shopping, mas o medo que ele tem da escada rolante foi o que o segurou. Mas, o meu medo é alguém mexer com ele”, comentou.

Conforme o projeto, o dispositivo poderá ser uma pulseira com GPS ou outro equipamento eletrônico portátil com recursos de geolocalização ou funcionalidades equivalentes, para facilitar a identificação de crianças e adolescentes em caso de desaparecimento. A proposta prevê o respeito à privacidade e à proteção dos dados pessoais e vai priorizar autistas com maior necessidade de suporte ou mais expostas a situações de vulnerabilidade.

Fonte: ALMT – MT



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