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Misael Galvão sugere abertura gradual dos Shoppings a partir de segunda, dia 18

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Da Redação
A fim de aprofundar o debate acerca da abertura gradual dos Shopping Centers da Capital, o vereador Misael Galvão (PTB), presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, participou de uma reunião com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) na manhã da última quarta-feira, 13.
O encontro ocorreu por vídeo conferencia e contou com a participação de representantes dos quatro Shopping Centers do município, do Shopping Popular, CLD e Fecomércio. Na oportunidade, o parlamentar sugeriu ao prefeito que os Shopping fossem reabertos a partir das próxima segunda-feira (18), uma vez que tdos os estabelecimentos já apresentaram um plano de funcionamento em meio a Covid-19.
“Participar dessa reunião e dar voz para todos é muito importante.  Todo esse momento que passamos, estamos abrindo diálogo e podemos ver que estamos avançando. Eu vivo muito próximos dos lojistas, vejo o clamor de todos e meu papel do parlamento está sendo feito, buscando meios de reabrir. Não vamos parar enquanto não ver todos os Shoppings abertos”, enfatizou Galvão. 
Emanuel pontuou a reunião como produtiva e diz fazer os estudos com a equipe técnica. “Sabemos que não é bom para economia uma cidade fechada e por isso temos que tomar medidas como essa para proteger a vida das pessoas. Cada seguimento e cada atividade tem suas razões para voltar. Vou avaliar e estudar isso, quero um respaldo técnico sobre essa abertura e amanhã entro em contato com todos novamente.
O vereador Chico 2000 que também participou da reunião se posicional positivo em relação ao índice de casos na capital. “Estou aqui tentando contribuir buscando um caminho para ajudar nessa reabertura.  Sabemos que a razão dos índices baixos de nossa cidade, se deve ao aperto inicial que o prefeito fez, e em razão desses números, parabenizo pela atitude.
Também participaram da reunião, Glauco Humai – Presidente da ABRASCE, Lorrayne Rosa – Gerente de Assuntos Institucionais, Tharlen Nascimento – Coordenador de Assuntos Institucionais, Cesar Moraes – Superintendente do Pantanal Shopping, Anderson Rondon – Superintendente do Shopping Estação Cuiaba, João Gonçalvez – Superintendente do Tres Americas, Leila Dada – Superintendente do Shopping Goiabeiras, Arnaldo Felicio – Diretor do Shopping Goiabeiras, Dr. Edmilson – Infectologista, Jonas Alves – Associação Comercial, Nelson – CDL de Cuibaba, Nabil Shayon – ALSHOP e Wenceslau Junior – Fecomercio.
Uma nova reunião ficou marcada para quinta-feira (14) entre o prefeito e os técnicos responsáveis do Covid19 em Cuiabá para confronto de dados técnicos. Somente após esse encontro, Pinheiro irá definir sobre a reabertura dos centros comerciais.
Foto: Câmara CBA
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Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

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O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Principais números

  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters



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