DISPUTA ALENCASTRO
Mendes continua ‘aguardando’ momento ideal para definição de vice de Botelho
Botelho espera que o chefe do Executivo participe das conversas, mas, Mauro não quer ainda falar sobre o assunto
Política
O governador Mauro Mendes (União) continua aguardando o momento certo para as tratativas finais junto a base aliada para a definição do nome do vice ou da vice de Botelho na disputa ao Palácio Alencastro, nas próximas eleições.
Dessa forma, o presidente regional do União Brasil, governador Mauro Mendes, está sinalizando da maneira mais clara possível de que todos os nomes apresentados até agora não passam de meras especulações, no conhecido e famoso, ‘cada partido quer vender o seu peixe’.
Conforme informações de bastidores, oriundas de fontes ‘palacianas’, Botelho espera que o chefe do Executivo participe das conversas. Contundo, o gestor não quer falar sobre o assunto no momento e colocou as articulações em “stand by” no Palácio Paiaguás.
A vereadora Maysa Leão (Republicanos), um dos nomes apresentados a cúpula partidária, mesmo que a pauta a seu favor não tenha evoluído, apesar dos enormes esforços de torcedores a seu favor nos bastidores do Palácio Paiaguás.
Nesta segunda-feira (3), Maysa utilizou as redes para reforçar que, por enquanto, segue como “pré-candidata a vereadora”. A manifestação busca desconstruir uma estratégia arquitetada por adversários políticos, que têm usado da indefinição para atrair apoio dos eleitores de Maysa a colocando como “pré-candidata como vice-prefeita”.
“Eu fiz um posicionamento público sobre a minha pré-candidatura à vereadora, pois rumores de que eu serei vice-prefeita passaram a ser usados politicamente por pré-candidatos a vereador, e isso ocasionou uma procura muito grande da minha base eleitoral perguntando se podem apoiar outros pré-candidatos”, disse.
Política
Ex-prefeito diz ter pago propina por emenda de Wellington Fagundes há mais de 20 anos
O ex-prefeito de Juara, Priminho Riva, afirmou ter pago propina relacionada a uma emenda parlamentar destinada ao município durante o período em que Wellington Fagundes (PL) era deputado federal. Segundo o relato, a suposta cobrança teria ocorrido há mais de 20 anos.
A denúncia foi tornada pública por Priminho em meio ao atual cenário eleitoral, no qual Wellington disputa o Governo de Mato Grosso. O ex-prefeito afirmou que decidiu falar sobre o episódio porque não quer que o candidato seja eleito governador. Ele, no entanto, nega que a declaração tenha motivação eleitoral.
Apesar da gravidade da acusação, Priminho não apresentou, segundo a publicação, detalhes sobre a emenda que teria motivado a suposta cobrança. Também não informou o valor envolvido nem identificou quem teria recebido diretamente o dinheiro.
O relato ocorre após o ex-prefeito se envolver em outra polêmica recente. Priminho ingressou com uma ação contra o ex-deputado José Geraldo Riva e a deputada estadual Janaina Riva, alegando supostos crimes contra a honra. O Ministério Público, porém, pediu o arquivamento do caso por falta de provas.
A nova acusação coloca Wellington novamente no centro de questionamentos durante a campanha eleitoral, mas, até o momento, o relato apresentado pelo ex-prefeito permanece sem elementos públicos que comprovem a suposta prática de corrupção. A acusação também se refere a fatos que teriam ocorrido há mais de duas décadas.
-
Agricultura4 dias atrásAlgodão reúne o setor para discutir preços, produtividade e novos mercados
-
Política6 dias atrásAnulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia
-
Política5 dias atrásQuando votar é uma escolha: o direito de comparecer ou não às urnas
-
Política5 dias atrásSancionado programa de incentivo à indústria nacional de fertilizantes
-
Política6 dias atrásAprovadas exceções a regras fiscais para incentivos tributários e despesas de 2026
-
Agricultura6 dias atrásImpasse sobre lenha ameaça R$ 10 bilhões em novos plantios de eucalipto
-
Saúde4 dias atrásMesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo
-
Política5 dias atrásDavi comemora autorização para busca de petróleo na costa do Amapá

