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Vice de Kalil: Júlio faz exigência sobre o vice; ‘não pode interferir e atrapalhar’

O deputado estadual Júlio Campos disse, na semana passada, que o grupo se reuniria para debater sobre o assunto

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Política

Foto Angelo Varela AL-MT

Lideranças políticas de Várzea Grande que integram os partidos que compõem a ampla base aliada do prefeito Kalil Baracat (MDB), que buscará a sua reeleição, continuam se articulando em busca de um consenso em torno do nome que será indicado ao cargo de vice na chapa de Kalil.

Já se sabe que entre os cotados estão o presidente da Câmara de Várzea Grande, Pedro Paulo Tolares, popular Pedrinho, a vereadora Rosy Prado e o vereador Pablo Pereira, todos do União Brasil. Também são citados os empresários Dudu Campos (filho do senador Jayme Campos) e Elias Domingos (filho de Toninho Domingos). Fontes políticas que não quiseram se identificar, declararam que o próprio deputado Júlio Campos já teria informado para pessoas de seu núcleo de confiança, que a sua escolha estaria entre os empresários Dudu Campos (seu sobrinho) e Elias Domingos (filho do ex-deputado Murilo Domingos).

O deputado estadual Júlio Campos disse, na semana passada, que o grupo se reuniria para debater sobre o assunto. Em meio à indefinição, o parlamentar apenas fez uma exigência: “que seja definido um nome que não atrapalhe na administração”.

“Vice pode ser qualquer um, desde que não atrapalhe, não interfira. Quem é eleito é o prefeito”, destacou Júlio Campos.

 

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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