Economia
Empresas gaúchas ganham um mês para pagar parcelas do Simples
Economia
As micro e pequenas empresas com sede no Rio Grande do Sul ganharam mais um mês para pagarem as parcelas do Simples Nacional. As parcelas com vencimento em maio foram prorrogadas para o último dia útil de junho. As que vencem em junho foram estendidas para o último dia útil de julho.
Além disso, a entrega de três declarações de micro e pequenas empresas cuja matriz fica no Rio Grande do Sul e de microempreendedores individuais (MEI) foi prorrogada para 31 de julho. As medidas serão publicadas nesta sexta-feira (10) em edição extraordinária do Diário Oficial da União.
O adiamento atinge a Declaração Anual Simplificada para o MEI (DAS-Simei), referente ao ano-calendário 2023, a Declaração Anual de Faturamento (DASN-Simei) e a Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) do ano-calendário 2024. O prazo de entrega acabaria em 31 de maio.
Na última segunda-feira (6), o governo prorrogou o pagamento de tributos do Simples Nacional para as micro e pequenas empresas com sede no estado e os MEI que residem nos municípios gaúchos em estado de calamidade pública.
Os impostos referentes a fatos geradores de abril, que deveriam ser pagos até 20 de maio, passarão para 20 de junho. Os impostos sobre os fatos geradores de maio, que venceriam em 20 de junho, passarão para 22 de julho. No entanto, os parcelamentos dos pequenos negócios que estavam com tributos em atraso ainda não tinham sido prorrogados.
Fonte: EBC Economia
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Dólar fecha acima de R$ 5,22 em dia de mal-estar global
O dólar subiu quase 1% em comparação com o real nesta quinta-feira (1º). A moeda dos Estados Unidos ganhou força no exterior em meio à aversão ao risco provocada pelas tensões no Oriente Médio e pela alta do petróleo.

Na bolsa, o Ibovespa avançou, apoiado principalmente pelas ações da Petrobras, apesar da cautela de investidores diante do cenário internacional e da proximidade do primeiro turno das eleições.
Principais números
- Dólar à vista: R$ 5,224 (+0,97%);
- Ibovespa: 187.197,46 pontos (+0,46%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 102,31 (+4,37%);
- Petróleo tipo WTI: US$ 92,87 (+2,71%).
Dólar em alta
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,97%, a R$ 5,224. A cotação chegou a R$ 5,169 na mínima, às 9h40, e atingiu R$ 5,240 na máxima, pouco antes das 14h. No ano, a divisa acumula queda de 4,83%.
O movimento acompanhou a valorização da moeda americana no exterior. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, avançou 0,58%, aos 102,040 pontos, após atingir máxima de 102,207.
O ambiente internacional foi marcado pela preocupação com os efeitos econômicos da guerra no Oriente Médio. O avanço do petróleo também reforçou as preocupações com a inflação e ajudou a sustentar a busca por ativos considerados mais defensivos.
Bolsa avança
O Ibovespa fechou o primeiro pregão de outubro em alta de 0,46%, aos 187.197,46 pontos.
A valorização foi sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, que foram beneficiadas pela forte alta do petróleo. O movimento ocorreu mesmo com a cautela dos investidores diante do ambiente externo e da proximidade do primeiro turno das eleições.
O índice encerrou setembro com alta de 5% e acumula valorização de 16,2% no ano. O volume financeiro desta quinta-feira foi de R$ 26 bilhões.
Nos Estados Unidos, o S&P 500, das 500 maiores empresas, fechou em alta de 0,19%. Os mercados também acompanharam o comportamento dos títulos do Tesouro estadunidense e os efeitos da valorização do petróleo sobre as expectativas para a inflação e os juros.
Petróleo acelera
O petróleo fechou em forte alta nesta quinta-feira. O movimento foi influenciado pelas tensões no Oriente Médio e pelas preocupações com a oferta de combustíveis.
Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 4,37% e fechou a US$ 102,31.
O petróleo WTI, do Texas, avançou 2,71%, encerrando a sessão a US$ 92,87 por barril.
A alta ganhou força durante a tarde, diante de informações sobre o deslocamento de forças militares dos Estados Unidos para o Oriente Médio e de novas incertezas sobre o conflito com o Irã.
O mercado também acompanhou a possibilidade de liberação de estoques de diesel pela União Europeia, em meio às preocupações com a oferta global. A China suspendeu exportações de derivados de petróleo para destinos fora de Hong Kong e Macau até nova orientação.
*Com informações da Reuters.
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