ENCHENTES NO RS

Vice-governador detalha destinação de R$ 50 milhões para ajudar o RS

A proposta do governador Mauro Mendes é o Estado de Mato Grosso fazer um gesto, inclusive de vanguarda para ajudar o Rio Grande do Sul

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Política

Reprodução omatogrosso.com

O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), em reunião envolvendo deputados e presidentes de federações que representam os pagadores do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), anunciou na tarde dessa segunda-feira (6/5), uma medida de solidariedade em resposta aos recentes desastres naturais que assolaram o estado do Rio Grande do Sul.

O gestor explicou que a proposta do governador Mauro Mendes (União) é destinar R$ 50 milhões para auxiliar o Rio Grande do Sul a superar os danos causados pelas enchentes e tempestades que atingiram a região. Essa verba será direcionada para a conta da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, conforme orientação do governo local, Eduardo Leite (PSDB).

“A proposta do governador Mauro Mendes é o Estado de Mato Grosso fazer um gesto, inclusive de vanguarda para ajudar o Rio Grande do Sul a superar esses danos todos que o Rio Grande está sofrendo”, declarou.

O vice-governador ainda acrescentou que Mato Grosso tem um gesto de empatia com o Estado sulista, uma vez que a agricultura em Mato Grosso, tem sua origem, de famílias vindas do Sul para morarem no Estado.

“O gesto foi um gesto de empatia, de um gesto de irmão. O governo do Sul é um Estado irmão, é um dos Estados que deu origem à maior matriz econômica do nosso estado, que é a agricultura ou agronegócio”, destacou Pivetta.

O valor será originado do Fethab, representando aproximadamente 1,5% do investimento do governo de Mato Grosso previsto para o ano de 2024. Segundo Pivetta, essa decisão foi tomada após diálogo direto entre os governadores e a sensibilização diante da situação enfrentada pelo Rio Grande do Sul.

“Acreditamos que, neste momento, é importante o Estado de Mato Grosso fazer esse gesto, porque um dia nós poderíamos precisar. Tomara que não, tomara que nunca viemos precisar, tomara que nunca mais o Rio Grande precise também. Mas, neste momento, o Rio Grande é o Estado pobre do Brasil”, afirmou Pivetta.

Sobre os próximos passos, o vice-governador explicou que o projeto será encaminhado à Assembleia Legislativa e deve entrar em votação já na próxima quarta-feira (08).

“É um assunto que foi pactuado aqui pela urgência e os deputados devem avaliar de hoje para quarta-feira e votar”, disse Pivetta.

Ao ser questionado sobre o impacto dos desastres naturais na agricultura gaúcha, Pivetta destacou que, embora a região tenha grande potencial agrícola, os danos não foram tão significativos nas áreas de cultivo, concentrando-se principalmente nas áreas urbanas ribeirinhas.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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