MODAL SEM FIM

Deputada defende conclusão do BRT: ‘é mais seguro e se adapta melhor à cidade’

A deputada avalia que o BRT é um sistema que vai atender a demanda da população

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AL-MT

Ainda sobre a ‘eterna’ indefinição do modal de transporte a ser implantado em Cuiabá, se será o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) ou BRT (Bus Rapid Transport), a deputada estadual Janaina Riva (MDB), demonstrando firmeza em suas convicções,  discorda totalmente da opinião do seu pai, o ex-deputado José Geraldo Riva, que se auto-intitula como pai do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e acredita que o BRT (Ônibus de Transporte Rápido) para região metropolitana da capital não é a melhor ideia.

Em recente entrevista no programa do deputado estadual Wilson Santos (PSD), em que se declarou ser pai do modal e culpou os ex-governadores Silval Barbosa e Pedro Taques pela não conclusão da obra que deveria ter sido entregue em 2014, para a Copa do Mundo.

Diferente do seu pai, a parlamentar não acredita que o VLT seja o transporte mais viável para acompanhar o crescimento de Cuiabá e Várzea Grande.

“Eu não vivenciei, não consigo falar pra vocês como foi exatamente, porque eu era muito jovem, a época dessa discussão. Mas sempre defendi o BRT, acho que é mais viável. Ele já até discutiu comigo sobre isso, mas acho que é algo mais seguro de ser feito e que se adapta melhor ao crescimento da cidade, porque o VLT acaba ficando numa trilha que ela é imutável”, comentou.

Na avaliação da parlamentar, o BRT é um sistema que vai atender a demanda da população do mesmo modo que o VLT atenderia, sem nenhuma benfeitoria a mais do que o outro.

“Se a gente fosse atuar ainda com aquele VLT projetado lá atrás, nós por exemplo não teríamos pontos de parada, como na estação [central] que hoje se tornou uma referência, é um lugar de acúmulo de trânsito. Então, Cuiabá é uma cidade em desenvolvimento. Eu acho que o BRT vai atender bem. E vi a qualidade também do BRT que o governo quer adquirir e a qualidade interna muito parecida também com o VLT”, destacou.

As obras do VLT começaram em 2012, mas foram paralisadas dois anos depois, deixando uma grande cicatriz na região metropolitana. O projeto consumiu mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos e foi substituído pelo Ônibus de Transporte Rápido (BRT) após rescisão do contrato com o consórcio responsável pela instalação do VLT.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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