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Avallone é reeleito presidente da Comissão de Fiscalização

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A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais  da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) foi instalada nesta terça-feira (9). quando foram definidos os membros titulares e suplentes.  O deputado Carlos Avallone (PSDB) foi reconduzido ao cargo de presidente, e Wilson Santos (PSD) ficou com a vice-presidência.

“Esta é uma das principais comissões dentro da Assembleia Legislativa. Recebemos muitos projetos dos deputados, então ela tem um poder grande de análise de trabalho. Temos muitas pautas importantes para serem discutidas nos próximos meses, sem dúvida nenhuma, o problema dos incêndios é um dos mais importantes, para este ano”, afirmou Avallone.

“Uma das nossas metas é propor melhores condições estruturais para o Estado combater os incêndios, além das prefeituras, empresários e os próprios donos de pousadas. Precisamos estar preparados para enfrentar esse problema”, apontou o presidente.

Avallone disse que será apresentado, na próxima reunião, um projeto para incentivar o plantio de árvores em Cuiabá. “Notamos que, nos últimos dez anos, diminuiu-se em 17% a área verde de Cuiabá. Isso é muito ruim e impactante para todos nós. Esse projeto será lançado pela Comissão, em parceria com grandes empresas, prefeitura e governo do estado”, disse ele.

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A Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais ficou assim composta:  

Presidente: Carlos Avallone (PSDB).

Vice-presidente: Wilson Santos (PSD).

Membros titulares: Fabinho Tardin (PSB). Janaina Riva (MDB) e Gilberto Cattani (PL).

Membros Suplentes:

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Valmir Moretto (Republicanos), Juca do Guaraná (MDB), Lúdio Cabral (PT), Diego Guimarães (Republicanos) e Beto Dois a Um (PSB).


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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