NOVOS TEMPOS

Stopa no comando da prefeitura diz que buscará aproximação com governador

Esta é a segunda vez que ela assume o cargo de primeira-dama interina, no lugar de Márcia Pinheiro.

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Política

Secom Prefeitura de Cuiaba

ATUALIZADA ÀS 16h25 A primeira-dama Marialice Mundim, esposa do prefeito interino de Cuiabá, José Roberto Stopa (PV), garantiu de que vai conversar com “qualquer pessoa, para trabalhar em prol de Cuiabá”. A primeira-dama externou sua opinião após a manifestação de Stopa, que embora tenha afirmado que está interino e temporariamente à frente da Prefeitura, sinalizou que pode sim retomar as relações com o Governo do Estado.

Marialice Mundim afirmou que ficou sabendo que se tornou primeira-dama no momento em que estava trabalhando em seu consultório, atendendo os pacientes. Esta é a segunda vez que ela assume o cargo de primeira-dama interina, no lugar de Márcia Pinheiro.

“Mas se tiver que conversar com qualquer pessoa, para trabalhar em prol de Cuiabá, tenha certeza que eu vou. Não tenho problema com ninguém, pelo contrário, minhas relações interpessoais são ótimas e vou prezar por isso junto com meu marido”, disse para a imprensa.

Stopa também foi questionado sobre isso durante sua cerimônia de posse, em alusão às relações estremecidas entre Emanuel Pinheiro (MDB) e Mauro Mendes (União Brasil) nos últimos tempos. Ele foi categórico e disse que se for necessário sim, abrindo a possibilidade de incluir o chefe do Executivo estadual nos diálogos.

“Cuiabá faz parte de Mato Grosso. Vou procurar o governador, vou procurar os deputados, o presidente da Assembleia. Vou procurar a todos que queiram contribuir com Cuiabá”, disse.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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