HC NEGADO

Desembargador recusa tirar Carlinhos Bezerra da prisão; que alegou ter hipertensão e diabetes

Os advogados destacaram também a condição de saúde do paciente

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Empresário Carlos Alberto Gomes Bezerra, filho do ex-deputado Carlos Bezerra (MDB), teve seu pedido de Habeas Corpus (HC) negado pelo desembargador Marcos Regenold, da 2ª Câmara Criminal. Ele está preso desde quarta-feira (28), após, segundo o Ministério Público (MPE), ter descumprido cautelares. Ele responde pelo crime de feminicídio e homicídio qualificado.

Os advogados Francisco Faiad e Eduardo Ubaldo Barbosa, patrocinadores da defesa do empresário, afirmaram que o empresário não foi intimado para esclarecer que “todas as saídas de sua residência ocorreram, única e exclusivamente, para realização de consultas médicas e exames”.
Os advogados destacaram também a condição de saúde do paciente, ressaltando doenças como hipertensão arterial, dislipidemia, diabetes mellitus, cardiopatia hipertensiva, problemas no ombro e na coluna, além da necessidade de cirurgia ocular. Essa foi uma das justificativas que o Tribunal de Justiça determinou a prisão domiciliar para Carlinhos Bezerra.
A defesa sustentou ainda que as falhas no aparelho de monitoramento eletrônico contribuíram para os “descumprimentos” que, segundo eles, se confundiam com falhas técnicas da tornozeleira eletrônica. Ele responde pelo feminicídio qualificado contra Thays Machado e homicídio qualificado contra Willian Cesar Moreno. O caso foi registrado em janeiro de 2023, em Cuiabá.
O desembargador indeferiu a liminar, argumentando que, a princípio, não se constata ilegalidade evidente na decisão que revogou a prisão domiciliar. O ex-membro do MP ressaltou que a análise aprofundada dos elementos de convicção deve ser realizada pelo órgão competente, a 2ª Câmara Criminal, em respeito ao princípio da colegialidade.
“A concessão da liminar requerida configura medida desaconselhada, fazendo-se prudentes os informes da autoridade tida por coatora e a coleta de parecer junto à Cúpula Ministerial para que, posteriormente, o Habeas Corpus possa ser submetido a julgamento pelo órgão fracionário competente, em homenagem ao princípio da colegialidade”, diz trecho da decisão.

 

 

 

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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