Economia
Mais de 400 pessoas de 27 municípios do Estado participam de live com equipe técnica do TCE-MT
Economia
Da Redação.
A primeira live do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), realizada na manhã dessa sexta-feira (08), contou com mais de 400 acessos pelo YouTube e Facebook, de pessoas de 27 municípios do Estado. Com o tema “O TCE-MT cooperando no combate à pandemia”, a conversa virtual teve por objetivo orientar e esclarecer dúvidas dos gestores públicos e cidadãos sobre novas regras, medidas e normas legais relativas à situação de emergência de saúde pública decorrente do novo coronavírus (Covid-19).
Abrindo a live com auditores públicos externos do órgão, o secretário-geral da Presidência, Flávio de Souza Vieira, fez um breve resgate do que o TCE-MT tem feito desde o início do período de enfrentamento da pandemia no país e, especialmente, em Mato Grosso.
Flávio Vieira percorreu todo o esforço feito pela Corte de Contas desde 18 de março, dentre as dezenas de orientações, estudos e notas técnicas envolvendo as mais várias áreas. “São iniciativas não muito convencionais para o TCE-MT, mas o momento requer que nos reinventemos, reposicionemos e tenhamos condições de ajudar a sociedade a sair dessa situação tão grave que enfrentamos”, pontuou.
Em seguida, Roberto Carlos de Figueiredo, secretário-geral de Controle Externo, falou um pouco sobre as ações operacionais que vem sendo realizadas pela Força Tarefa criada pelo presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, para o enfrentamento à Covid-19.
Já o coordenador das atividades de jurisprudência, Natel Laudo da Silva, fez uma explanação sobre as ações orientativas realizadas pela Força Tarefa, abordando o que mudou em relação as contratações temporárias de profissionais da Saúde e contratos vigentes de professores, bem como questões relativas à transparência, tais como a divulgação destacada de aquisições e contratações emergenciais, publicação oficial em cadernos específicos e a realização de audiências públicas.
Ainda sobre as ações orientativas, o secretário de Contratações Públicas, Saulo Pereira de Miranda e Silva, trouxe esclarecimentos sobre o credenciamento de representantes e autenticações de documentos em licitações e o trabalho realizado pelas comissões de fiscalização do TCE-MT.
Realizada pela Escola Superior de Contas do TCE-MT, a live foi mediada pela radialista da Secretaria de Comunicação da Corte de Contas, Maria Góes.
Foto: TCE-MT
Economia
Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral
O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.
Principais números
- Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
- Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
- Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
- Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
- Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).
Câmbio
O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.
A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.
Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.
Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.
No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.
Ibovespa
O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).
A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.
Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.
Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.
* Com informações da Reuters
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