BOTELHOU!
Thiago solidifica defesa em apoio a Botelho e descarta candidatura de Juca: ‘nunca demonstrou interesse’
Thiago ressaltou que a bancada do MDB na Assembleia Legislativa (ALMT) já fechou questão com Botelho
Política
Deputado Thiago Silva (MDB), pré-candidato a prefeito de Rondonópolis (212 Km de Cuiabá), tem dedicado parte do seu tempo para defender o apoio do seu partido ao projeto do colega Eduardo Botelho, confirmado como pré-candidato a prefeito da capital pelo União Brasil. O parlamentar reforçou o coro do grupo que avalia como inviável uma candidatura emedebista e garantiu que o também deputado Juca do Guaraná nunca demonstrou interesse em disputar as eleições de outubro.
Thiago ressaltou que a bancada do MDB na Assembleia Legislativa (ALMT) já fechou questão com Botelho e defendeu que o diretório municipal abandone o projeto do prefeito Emanuel Pinheiro de lançar um candidato para defender seu legado no Palácio Alencastro.
“A bancada estadual é favorável ao MDB apoiar Botelho em Cuiabá. Viemos de uma coligação nas últimas eleições ao governo e defendemos essa candidatura. Acreditamos que Botelho será um grande prefeito, por ser uma pessoa preparada e demonstrar confiança. Vou defender para que além do nosso apoio, o partido esteja na composição”, afirmou, em conversa com a imprensa nesta segunda-feira (26).
“Não acredito que seja um desejo do Juca, nunca vi ele colocar isso. Nunca vi o Juca defender uma candidatura dele a prefeito. É uma pessoa capacitada, que pode estar à frente de um processo eleitoral, mas não acredito que seja uma vontade dele”, acrescentou.
Por fim, Thiago avalia que colocar o nome de Juca como possível nome à prefeitura seja uma tentativa de Emanuel tentar forçar suas vontades dentro do partido, mas que, no entanto, tal estratégia não deve vingar.
“Pode ser para forçar, mas não acredito que terá êxito, o caminho mais correto é apoio ao Botelho”, pontuou.
Política
Senado terá centro cultural em Brasília
O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.
— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.
Senado Cultural
O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.
Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.
O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.
O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx.
— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.
História e identidade
O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília.
— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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