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Pedrinho pede que Prefeitura efetue regularização fundiária do bairro Parque Atlântico

Conforme o parlamentar, essa é uma cobrança dos moradores da região.

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Política

Secom Prefeitura de Várzea Grande

O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Pedro Paulo Tolares – Pedrinho (União Brasil), se reuniu, na tarde desta quarta-feira (21/02), com o prefeito Kalil Baracat (MDB), para discutir sobre a regularização fundiária no bairro Parque Atlântico.

C “Há 17 anos, diversas pessoas ocuparam esse espaço vazio e construíram suas casas. Hoje, o bairro abriga mais de 600 famílias que não têm outra moradia. O Parque Atlântico se desenvolveu rapidamente e a regularização é um grande sonho dos moradores que ali residem para terem a segurança jurídica de suas residências”, relata Pedrinho.

Tolares afirma que o direito à moradia, além de fundamental à dignidade humana, pode vir a ser um fator positivo de mobilização de toda uma cadeia econômica. “Já fizemos reuniões com a comunidade e ouvimos essa reivindicação. Agora, estamos levando esse pedido ao prefeito Kalil para que o sonho da comunidade seja realizado”, destaca Pedrinho.

O prefeito Kalil Baracat se comprometeu a consultar o setor jurídico da Prefeitura para verificar a questão legal para tal medida. “Estamos realizando diversas regularizações no município por meio de um programa do Governo Estadual e Assembleia Legislativa. Vamos consultar com a nossa procuradoria jurídica a real situação legal do Parque Atlântico para realizar a regularização fundiária”, disse Kalil.

  

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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