Caso Zampieri

Coronel mandou intermediário a Cuiabá para acelerar execução de advogado

Essas informações constam na peça acusatória oferecida contra o trio pelo Ministério Público (MPMT).

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ATUALIZADA ÀS 09h56 – O coronel do Exército Brasileiro, o mineiro Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, preso temporariamente, e suspeito de ser o principal financiador no assassinato do advogado Roberto Zampieri, determinou que Hedilerson Fialho Martins Barbosa saísse de Minas Gerais e viesse a Cuiabá, porque Antônio Gomes da Silva encontrou dificuldades e estava demorando para executar a vítima.

Essas informações constam na peça acusatória oferecida contra o trio pelo Ministério Público (MPMT). Ambos foram denunciados por homicídio triplamente qualificado. O órgão ministerial apontou que o crime foi cometido mediante pagamento e promessa de recompensa, com recurso que dificultou a defesa da vítima e emprego de arma de uso restrito. O MPMT também requereu a conversão das prisões temporárias em prisões preventivas.
“É dos autos que, face a demora e dificuldades de Antônio em cumprir a missão homicida, Caçadini também deliberou em determinar que Hedilerson para cá viesse em apoio ao comparsa”, diz trecho da denúncia.
O trio denunciado é oriundo de Minas Gerais. Eles, inclusive, foram presos pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) no estado do Sudeste brasileiro. Antônio confessou o crime.
Em depoimento à Polícia Civil, Antônio explicou que foi pressionado por Barbosa a executar “logo” o crime, pois estava na iminência de “perder outra terra” para a vítima.

Barbosa atendeu ao pedido do contratante e veio para Cuiabá com uma pistola 9 milímetros. O objeto foi o mesmo utilizado para executar o advogado, segundo o laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O intermediário inclusive solicitou à Polícia Federal a liberação do transporte da arma.
A pistola, inclusive, foi apreendida em posse de Barbosa. Foi oferecido por Caçadini a Antônio a importância de R$ 40 mil para a execução do crime, tendo ele recebido um adiantamento de R$ 20 mil em espécie das mãos do militar das Forças Armadas como adiantamento.

 

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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