CONVITE

Presidente nacional do PSDB reforça convite a Botelho na disputa em Cuiabá; quer robustecer partido em MT

O PSDB tem buscado de todas as formas atrair o parlamentar para que possa disputar a Prefeitura de Cuiabá na sigla tucana

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Política

Secom AL-MT

O impasse vivido pelo presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Eduardo Botelho, no União Brasil, quanto a ser o candidato ou não da legenda na disputa ao Palácio Alencastro nessas eleições, faz com que outros partidos que possuam esse projeto político, intensifiquem os convites para que o parlamentar se filie a seus partidos e, assim, seja o seu candidato nessa disputa.

O PSDB tem buscado de todas as formas atrair o parlamentar para que possa disputar a Prefeitura de Cuiabá na sigla tucana. Além do convite feito pelo comandante do partido em Mato Grosso, deputado Carlos Avallone, o presidente nacional, Marconi Perillo, também entrou na articulação para tentar trazer o deputado para o PSDB.
“Já convidou [o PSDB], Marconi Perillo é um amigo meu de mais de 40 anos, sou amigo da família dele. Eu falei com ele, que deixou as portas abertas também do PSDB, mas vamos aguardar”, disse Botelho à imprensa nesta terça-feira (6).
Botelho disputa internamente na legenda, com o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, a preferência de encabeçar a candidatura do União Brasil para eleição de prefeito da capital. No entanto, Garcia tem a palavra do presidente do União, o governador Mauro Mendes, de apoio, o que o coloca à frente na briga.
No momento, Botelho aguarda qual será a decisão do governo acerca do assunto, problema que se estende desde o ano passado e não tem previsão de término. Nesta semana, o governador comentou que sua decisão deve sair nos próximos dias.
Candidatura
O PSDB pretende apresentar uma candidatura própria para disputa do comando da prefeitura, cumprindo determinação da cúpula nacional.
Até o momento, o deputado Carlos Avallone é o único nome que foi apresentado para liderar o projeto na capital.

Além da pressão nacional, os tucanos mato-grossenses querem ganhar força no Estado, principalmente após o período de debandada depois da saída do ex-governador Pedro Taques.
Eles acreditam que, por não estarem à frente de nenhuma linha ideológica, podem fazer com que novas lideranças surjam para impulsionar a sigla nestas eleições e, também, em 2026.

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Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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