RECURSOS

TCE-MT lembrou a atuação da Assembleia Legislativa por garantir R$ 425 milhões para creches

TCE-MT garantiu recursos na ordem de R$ 425 milhões para a construção e ampliação de creches em Mato Grosso.

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Política

Secom TCE- MT

O conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, destacou que a atuação conjunta do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Assembleia Legislativa e Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política de Educação em Mato Grosso (Gaepe-MT), garantiu recursos na ordem de R$ 425 milhões para a construção e ampliação de creches em Mato Grosso. O conselheiro enfatizou a importância dos investimentos para a educação infantil do Estado.

“Parabenizo o conselheiro Antônio Joaquim, todos os integrantes do Gaepe e o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho, que trabalhou em parceria com o TCE-MT para trazer recursos que farão a diferença na vida de milhares de famílias mato-grossenses. Só no primeiro ano são R$ 122 milhões garantidos na Lei Orçamentária Anual para novas creches, reformas e ampliações nas já existentes”, enfatizou.

Sérgio Ricardo lembrou que um levantamento realizado pelo Gaepe, que tem como representante o conselheiro Antônio Joaquim, que é ouvidor-geral e preside a Comissão Permanente de Educação e Cultura do órgão, apontou déficit de quase 15 mil vagas para crianças de 0 a 3 anos e norteou a destinação dos recursos.

“Esse trabalho reflete bem o que é o Tribunal de Contas moderno, que fiscaliza, apoia a gestão pública e atua como um indutor de políticas públicas de Estado para o futuro. Participamos ativamente de uma análise profunda no cenário da educação infantil em Mato Grosso, levamos aos deputados estaduais e o produto final de todo esse esforço será mais vagas para as nossas crianças, mais qualidade de vida e oportunidades para essas mais de 15 mil famílias”, afirmou Sérgio Ricardo.

O diagnóstico foi incluído em Nota Técnica aprovada pelo Plenário do TCE-MT e subsidiou o Pacto Interinstitucional pela Educação na Primeira Infância no estado, documento assinado por todas as instituições que compõem o Gaepe-MT e que conta hoje com a adesão de 133 municípios.

 

 

 

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Política

Zé Medeiros pede impeachment de Zanin por prorrogação do horário de votação

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O deputado federal e senador eleito por Mato Grosso, Zé Medeiros (PL), encaminhou nesta segunda-feira (26) ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin. A iniciativa questiona a decisão do magistrado de estender até as 19h o horário de votação nas eleições do último domingo (25).

Na representação, Medeiros solicita que o Senado analise se o pedido reúne os requisitos para tramitar e apure os fundamentos jurídicos da decisão, além das circunstâncias em que a medida foi adotada e de seus efeitos sobre o processo eleitoral.

O parlamentar também questiona a abrangência nacional da determinação, uma vez que a reclamação apresentada ao STF estava relacionada a dificuldades no transporte de eleitores em municípios da Bahia, incluindo Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas.

A decisão de Zanin foi tomada após uma solicitação relacionada à falta de transporte público suficiente para o deslocamento de eleitores. A determinação inicial estendeu o horário de votação para todo o país. Posteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu que a prorrogação deveria valer apenas para as seções eleitorais que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabrir urnas já fechadas.

Entre os pontos levantados por Medeiros está o intervalo entre a chegada do caso ao Supremo, às 16h32min49s, e o encerramento regular da votação, previsto para as 17h. O deputado pede acesso à íntegra do processo e aos documentos que embasaram a decisão.

A representação também solicita registros de comunicação entre o STF, o TSE e os tribunais regionais eleitorais, com o objetivo de esclarecer a sequência dos acontecimentos e como a determinação foi transmitida e executada.

Segundo Medeiros, a iniciativa busca garantir que os fatos sejam examinados pelo Senado. O parlamentar afirma que o pedido não representa uma conclusão antecipada sobre eventual responsabilidade do ministro e defende que a análise seja feita com base em critérios técnicos e jurídicos.

O encaminhamento da representação não significa que o impeachment tenha sido aceito ou que haja condenação de Zanin. O prosseguimento depende da análise dos requisitos legais e dos procedimentos cabíveis no Senado Federal.



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