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Barão do Agronegócio: Filho entra na justiça em disputa antecipada por herança

A ação cobra uma perícia contábil, econômica e financeira para expor a evolução patrimonial de Eraí e dos outros requeridos.

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Surge mais uma polêmica que promete muitos ‘capítulos’ futuros. É que Renato Cardoso Lima Scheffer, filho do mega produtor do agronegócio Eraí Maggi Scheffer, entrou com uma ação contra o próprio pai em uma disputa antecipada por herança. Detalhes do processo  já foi exposto na mídia.

Eraí Maggi é considerado um dos barões do agronegócio. O megaempresário do agronegócio, reconheceu a paternidade de Renato em outubro de 2020, após um teste de DNA comprovar o laço familiar. Contudo, em dezembro do ano passado, o rapaz decidiu acionar a Justiça por desconfiar que o pai estaria antecipando em vida a herança para os três filhos que teve com a esposa, Marilene Trento Scheffer.

A ação cobra uma perícia contábil, econômica e financeira para expor a evolução patrimonial de Eraí e dos outros requeridos. Se for autorizada, a produção de provas solicitada pelos advogados de Renato fará uma devassa na contabilidade dos últimos 35 anos do Grupo Bom Futuro, conglomerado empresarial que Eraí fundou com os irmãos Fernando e Elusmar Maggi Scheffer para administrar o cultivo de quase 600 mil hectares de soja e algodão e a criação de 130 mil cabeças de gado. A empresa de Erai tem capital social avaliado em R$ 1,5 bilhão.

No processo, Renato conta que Eraí sempre soube que o caso extraconjugal com uma de suas cozinheiras tinha resultado no nascimento de um filho. A relação ocorreu em 1989, quando Eraí tinha 30 anos e a mãe de Renato estava com 18.
Eraí, por sua vez, nega que tenha cometido qualquer irregularidade.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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