Mato Grosso
Restaurante Popular retoma atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social
Mato Grosso
Da Redação
O Restaurante Popular retomou atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade social, de segunda a sexta-feira, das 11h às 14h, obedecendo medidas de biossegurança contra a disseminação do novo Coronavírus. Além da disponibilização de álcool gel na entrada e saída do local, só será permitido o acesso ao restaurante com o uso de máscara. Sem isso, não será possível fazer a refeição. Outra medida que deve ser cumprida é quanto a restrição do público. A lotação máxima do espaço será de 50 pessoas em um cuidado com a saúde dos profissionais e de quem solicita o atendimento.
Todos os dias serão fornecidas cerca de 150 refeições. Todos os cuidados com a higienização do local, uso de equipamentos de proteção individual como máscara pelos colaboradores e disponibilização de álcool gel em vários pontos do restaurante, foram algumas medidas adotadas como forma de prevenção do Covid-19.
O Restaurante Popular fornece de segunda a sexta-feira, almoço com preço acessível a R$ 3,47. O cardápio é composto de arroz, feijão, salada e carne (com a opção de carne branca ou vermelha) acompanhado de suco e sobremesa.
O Restaurante Popular funciona de segunda a sexta-feira, das 11 às 14 horas e fica na Rua Barão de Melgaço, nº 3.161, bairro Centro, Cuiabá-MT.
ATENÇÃO ESPECIAL– A Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência informa que a ação de distribuição das marmitas para as pessoas em situação de rua continua. Cerca de 300 refeições estão sendo entregues todos os dias pela equipe de Abordagem na região do Porto, Centro e no Aterro Sanitário.
Mais de quinze mil marmitas já foram entregues. De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira o trabalho permanece até o dia 10 de maio, podendo ser prorrogado enquanto perdurar a pandemia do Coronavírus.
Além das refeições, ja foram entregues kits de higiene pessoal, águas, cobertores e orientações sobre os cuidados com o novo coronavírus. Essas ações serão realizadas até o dia 10 de maio, podendo ser prorrogadas e mantidas por tempo indeterminado. “Para combater o contágio e proliferação do vírus, lavar as mãos frequentemente com água e sabão. Essa é uma das orientações que estão sendo repassadas, a fim de sensibilizar essa população que precisa da atenção do poder público”, concluiu Hellen Ferreira.
Foto: Marcos Vergueiro
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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