INVESTIMENTOS DE 5 BILHÕES

Deputado Emanuelzinho: Não terá prejuízos, diz sobre implantação do VLT Cuiabano

O modal em questão foi anunciado para a Copa do Mundo de 2014 e nunca ficou pronto

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Política

Crédito Agência Brasil

O deputado Emanuelzinho (MDB), que ultimamente vem sendo considerado um dos principais entusiastas e articuladores pela implantação do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, garantiu de que a implantação do modal não trará prejuízos na Capital. O parlamentar fez a afirmação durante recente entrevista, em que deu maiores detalhes sobre as articulações da obra junto ao governo Federal.

“Vamos fazer de tudo para ter o mínimo de prejuízo possível, principalmente ao comércio. Precisamos se precaver para garantir aos empresários toda a segurança de que terá o retorno do seu ponto e indenização nas desapropriações. Algo precisa ser visto, mas é uma minoria”, disse o deputado de primeiro madato.

O prefeito Emanuel Pinheiro, após intensas articulações em Brasília (DF), em que uma das pautas foi justamente a busca de apoio político ao seu projeto de implantação do VLT em Cuiabá, notícia amplamente divulgada nos últimos dias.

O modal em questão foi anunciado para a Copa do Mundo de 2014 e nunca ficou pronto, nunca saiu do papel, envolvido em uma série de polêmicas e escândalos de corrupção. Em 2021, o governador Mauro Mendes (União) anunciou que substituiria o VLT pelo Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), no valor de R$ 430 milhões.

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), pai de Emanuelzinho, foi contra a troca e desde então vem travando uma guerra judicial para impedir a instalação do BRT em Cuiabá. Após “bater o pé” e manter o bloqueio para início das obras na Capital, o chefe do Executivo municipal anunciou que dará andamento aos trâmites para licitar a obra do modal cuiabano estimado em R$ 5 bilhões.

A expectativa é de que o projeto seja financiado pelo governo Federal, através do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Eles sabem que o BRT não tem mais viabilidade técnica no sentido moderno da palavra. Ele é justamente um corredor exclusivo, encurtando algumas avenidas da região metropolitana. Veja a Avenida da Feb, onde passa dois veículos, vai passar um carro. Um ônibus do BRT que carrega 80 pessoas, o VLT carrega 400”, acrescentou.

 

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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