NOVAS INTERVENÇÕES
Obras do BRT fecham parcialmente a Avenida da FEB em Várzea
“São intervenções necessárias para atender as obras de pavimentação rígida e drenagem complementar na principal interligação entre Várzea Grande e Cuiabá
Política
Rotas alternativas permitem aos motoristas evitarem os engarrafamentos da principal via de acesso entre a cidade e Cuiabá
As obras do BRT (BUS RAPID TRANSIT) em Várzea Grande, executadas pelo Governo do Estado de Mato Grosso vão exigir novas intervenções e mudanças no trânsito entre as duas maiores cidades do Estado, por isto um Plano de Desvio de Tráfego está sendo implementado a partir desta quarta-feira, 10 de janeiro, para diminuir ao máximo o impacto que isto causará nos condutores de veículos e nas pessoas que dependem do transporte coletivo.
Seguindo no sentido Várzea Grande para Cuiabá, no final da Avenida da FEB, o trânsito será desviado da avenida principal para a parte de concreto por onde trafegará o BRT e a Ponte Júlio Müller passará a ter apenas uma via de mão dupla, tanto para quem está indo para Várzea Grande como para quem está indo para a capital do Estado.
“São intervenções necessárias para atender as obras de pavimentação rígida e drenagem complementar na principal interligação entre Várzea Grande e Cuiabá, que é a Ponte Júlio Müller, na região do Porto”, disse Cidomar Arruda, coordenador de Mobilidade Urbana da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana.
Ele ponderou que o trânsito pesado que diariamente passa pela Avenida da FEB para acessar Cuiabá exige obras complementares para fazer frente ao trânsito que passará a contemplar o BRT.
“Com este Plano de Desvio de Tráfego, o acesso a Alameda Júlio Müller será fechado tanto para as obras na cabeceira da ponte.
As obras de pavimentação rígida são para encabeçamento do pavimento de concreto da ponte e para a conclusão do pavimento de concreto na área, lembrando que a duplicação da Ponte Júlio Müller que data de 2013/2014 visando o VLT nunca chegou a ser utilizada e agora necessitam ser adequada ao novo projeto de transporte coletivo.
As demais obras são de drenagem complementar com travessia da rede de drenagem que cruza a Alameda Júlio Müller.
O coordenador de Mobilidade Urbana de Várzea Grande, Cidomar Arruda, assinala que para diminuir o impacto no trânsito da principal ligação entre a cidade e Cuiabá, diversas rotas alternativas foram definidas e a Guarda Municipal prepara uma atuação mais efetiva será adotada para auxiliar no trânsito e permitir que o fluxo seja o menos impactado possível.
Rotas alternativas são sugeridas para se evitar a Avenida da FEB:
- Acesso via Ponte Elisa Bocaiúva, mais conhecida como Ponte Nova que liga as Avenidas Dom Orlando Chaves no Grande Cristo Rei (Várzea Grande) a Avenida Miguel Sutil – Porto (Cuiabá), lembrando que no sentido Capital/Várzea Grande é possível acessar logo após a ponte, a direita a Rua Prefeito Napoleão José da Costa, que é paralela a Avenida da FEB e dá acesso ao trevo do Zero Km e ao Aeroporto Marechal Rondon ou ao Centro de Várzea Grande;
- A Avenida Prefeito Murilo Domingos mais conhecida como 31 de Março, na lateral do Aeroporto Marechal Rondon acessando o Grande Cristo Rei até a Avenida Dr. Paraná com acesso a Ponte Sérgio Motta interligando a Avenida Beira Rio em Cuiabá. Essa interligação pode ser feita também vindo da Ponte Nova passando pela Avenida Dom Orlando Chaves e acessando a Ponte Sérgio Motta e a Avenida Beira Rio em Cuiabá (Região Leste);
- Acesso pela Avenida da Guarita chegando a Avenida Círiaco Cândia (Várzea Grande) ou Rodovia Mário Andreazza até chegar a Miguel Sutil (Região Oeste);
- Acesso pela Rodovia dos Imigrantes em Várzea Grande passando pela Ponte JK até chegar a Cuiabá (Região Sul) no trevo que dá acesso a Santo Antônio do Leverger ou ao Grande Parque Cuiabá entre outros bairros.
Galeria







Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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