INCÊNDIOS CONTROLADOS

Incêndios no Pantanal desse ano superam os recordes registrados em 2020

As labaredas de fogo começaram em 4 de outubro e só foram extintas no final de começo de dezembro,

Publicado em

Política

Secom-MT

ATUALIZADA ÀS 11h40 – Os incêndios registrados no Pantanal Mato-grossense em 2023, já superam o recorde dos registrados em 2020 em relação a hectares destruídos. Este ano, foram quase dois meses de incêndio sem cessar no Parque Estadual Encontro das Águas, local considerado refúgio de onças-pintadas. As labaredas de fogo começaram em 4 de outubro e só foram extintas no final de começo de dezembro, destruindo cerca de 1 milhão de hectares no bioma. Mesmo com a atuação aguerrida das equipes do Corpo de Bombeiros no combate aos incêndios, sabe-se que os incêndios só chegaram ao fim, graças, principalmente, ao começo do período chuvoso.

A destruição causou danos irreparáveis a curto prazo a fauna e flora nas imediações da Transpantaneira. Imagens de Organizações Não Governamentais (Ongs), que atuaram na linha de frente de combate ao fogo, mostram os animais em meio a vegetação destruída. Alguns deles foram socorridos pelo Grupo de Resgate de Animais em Desastres (Grad Brasil) e, após cuidados, soltos na natureza novamente.

Só que muitos não conseguiram se livrar do fogo e morreram queimados, intoxicados ou de fome. Sob as pontes da Transpantaneira, que deveriam estar cheia de água nessa época do ano, foram encontradas inúmeras carcaças de jacarés e outros bichos ilhados na lama, lutando para sobreviver.

O fogo deu trégua de 7 dias, em novembro, mas voltou a queimar a vegetação e matar os animais logo em seguida. Na época, o Corpo de Bombeiros informava que a situação estava sob controle, mas fotos e vídeos de animais mortos mostravam a real situação da região, preocupante para instituições ambientais e até mesmo donos de pousadas.

As pousadas Jaguar Camp e Panthera, que estão em Porto Jofre e trabalham com observação de animais na região, foram ameaçadas pelo incêndio.

A queimada só foi controlada definitivamente quando passou a chover na região, na segunda quinzena de novembro

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Política

Senado terá centro cultural em Brasília

Publicados

em


O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA