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MATO GROSSO TEM 17 MUNICÍPIOS DENTRE OS 100 MAIS RICOS DO PAÍS

Os dados são referentes ao ano de 2021. O principal destaque vai para Campos de Júlio, que ficou na 10ª colocação. O PIB per capita nacional no período foi de R$ 42.247,52.

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Economia

Mato Grosso é, reconhecidamente, um Estado que se sobressai no cenário econômico brasileiro, graças a sua espetacular pujança econômica, capitaneada, claro, pela consolidação de sua grande liderança no agronegócio. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da lista das 100 cidades brasileiras com o maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita, Mato Grosso se faz representar através de 17 municípios.    

Os dados são referentes ao ano de 2021. O principal destaque vai para Campos de Júlio, que ficou na 10ª colocação. O PIB per capita nacional no período foi de R$ 42.247,52.

Os maiores valores do indicador se concentram no Centro-Sul do país, impulsionado pela combinação entre a força da atividade agropecuária com uma população relativamente pequena, que predomina região central de Mato Grosso. O estado ainda teve o maior percentual de municipalidades em que a agricultura figurou como a atividade de maior destaque (56%).

Outras cidades que integram o ranking são: Santa Rita do Trivelato, Nova Ubiratã, Diamantino, Sapezal, Porto dos Gaúchos, Ipiranga do Norte, Querência, Santa Carmem, Campo Novo do Parecis, Santo Antônio do Leste, Novo São Joaquim, São José do Xingu, Gaúcha do Norte, Itiquira, União do Sul e Tabaporã.

Entre os 100 maiores municípios quando o assunto é valor adicionado bruto da agropecuária, 30 são de Mato Grosso. Sapezal é a primeira cidade nesse quesito, com R$ 5 bilhões, seguida por Sorriso (R$ 4,2 bilhões). Diamantino (R$ 4 bilhões) aparece em 4º lugar, Campo Novo do Parecis em 5º (R$ 3,9 bilhões), Campo Verde (R$ 2,6 bilhões), em 8º e, Nova Mutum (R$ 2,5 bilhões), em 9º.

Capitais

Na comparação do PIB per capita das capitais, Cuiabá foi a 7ª colocada em 2021, com R$ 47.700,88, atrás de Brasília-DF, São Paulo-SP, Porto Alegre-RS, Rio de Janeiro-RJ e Curitiba-PR. A razão entre o PIB per capita de Cuiabá e o nacional passou de 0,98, em 2002, quando estava na 12ª posição entre as capitais, para 1,13, no último boletim.

PIB

Em relação à atividade econômica, Mato Grosso teve dois municípios entre os 100 maiores em termos de PIB -Cuiabá e Rondonópolis, nas 43ª e 78ª posições, respectivamente. Segundo a pesquisa, Rondonópolis tem o segundo maior PIB do estado, com R$ 17,2 bilhões, seguido por Sorriso (R$ 12,5 bilhões), Várzea Grande (R$ 9,9 bilhões) e Sinop (R$ 9,6 bilhões).

Sapezal (R$ 6,9 bilhões), Primavera do Leste (R$ 6,9 bilhões), Campo Novo do Parecis (R$ 6,9 bilhões), Lucas do Rio Verde (R$ 6,8 bilhões) e Nova Mutum (R$ 6 bilhões) completam a relação.

Conforme o relatório de contas regionais, em 2021, o indicador do estado totalizou R$ 233,39 bilhões, oscilando +0,2% ante a 2020. Este foi o menor aumento entre os estados, resultado influenciado pela queda de 10,5% da agropecuária com a quebra na 2ª safra ocorrida no ciclo 2020/21. (Com informações da assessoria)

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Economia

Presidente defende investimento nas Forças Armadas

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O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, defendeu nesta sexta-feira (24) o investimento nas Forças Armadas do país, no preparo dos militares e no fortalecimento da defesa nacional.

“Quero ela [Forças Armadas] bem preparada do ponto de visto do poderio, do conhecimento científico e tecnológico para que a gente possa andar de cabeça erguida, sem nenhuma arrogância. Falando em paz, mas preparado para não deixar ninguém meter o nariz no nosso país”, disse.

Ainda sobre esse tema, o presidente citou a dimensão territorial do Brasil e sua posição no continente, com fronteira seca com quase todos os países da América do Sul. 

Lula participou de evento na empresa Avibras Aeroco, em Jacareí (SP), que produz sistemas de defesa e espaciais, incluindo mísseis, foguetes, veículos especiais e lançadores espaciais civis. A empresa reabriu as portas em março deste ano.

Com mais de 50 anos de atuação, a empresa brasileira privada de engenharia desenvolve tecnologia para as áreas de defesa e civil, com destaque para sistemas de lançamento de mísseis de cruzeiro e foguetes guiados, além de diferentes motores foguetes para a Marinha e para a Força Aérea Brasileira e veículos blindados.

A empresa passou por uma greve que durou 1.280 dias e uma crise financeira que resultou em um pedido de recuperação judicial.

A recuperação judicial foi apresentada em março de 2022, após a Avibras alegar ter dívidas de R$ 600 milhões. No mesmo momento, anunciou 420 demissões, que foram suspensas pela Justiça um mês depois, devido a uma ação movida pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

A fábrica foi retomada sob nova direção. O ex-proprietário João Brasil Carvalho Leite foi destituído em 25 de julho de 2025, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que homologou a transferência de 99% das ações para o Brasil Crédito Gestão Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, credor da Avibras.




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