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Mauro Mendes se diz cansado e critica investimentos “absolutamente ridículos” no Parque de Chapada

Eu já me cansei até de tanto tentar convencer o governo federal daquilo que pra mim é muito óbvio.

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Política

Mayke Toscano / Secom-MT

Mauro Mendes (União) desabafou ao insistir muito junto ao Governo Federal para repassar a responsabilidade do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães para o Estado.
Governador ressaltou que mostrou aos ministros e presidentes que os investimentos do governo são mais que o triplo do que está previsto no leilão de R$ 18 milhões durante o período de 30 anos.
“Eu já me cansei até de tanto tentar convencer o governo federal daquilo que pra mim é muito óbvio. Eles querem fazer uma concessão pro cara investir R$ 18 milhões em 30 anos, e eu mostrei lá que nós investimos R$ 15 milhões praticamente numa praça de Chapada”, disse.
“R$ 18 milhões de investimento em 30 anos de investimento. Aí eles ficam tentando enganar, colocando custeio, salário, manutenção, limpeza, como se isso fosse investimento. Ah, é R$ 200 milhões e tantos. Isso é achar que nós somos bobos e tentar enganar a população com números errados”, complementou.
Na avaliação do governador, é “absurdamente ridículo” o investimento previsto para o local que precisa de várias intervenções de melhorias, principalmente na região do viaduto da Portão do Inferno, que registrou deslizamento de terras nos últimos dias, para que o atrativo seja ponto turístico para o fortalecimento econômico da região.
“Eu quero fazer o investimento para melhorar a qualidade de acesso, melhorar o acesso, e não permitir que o cidadão mato-grossense tenha que pagar R$ 100. O cara que mora em Santo Antônio do Leverger, Acorizal, Livramento, Campo Verde, Primavera, tirando Cuiabá, Várzea Grande e Chapada, que vai ter 75% de desconto, o restante do Mato Grosso inteiro vai pagar 100 reais pra entrar no parque de Chapada. Não é justo isso”, destacou.

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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