Direitos Políticos

TSE anula cassação de Neri Geller – que volta a ter direitos políticos

O parlamentar foi acusado na época de ter realizado doações na época que totalizaram R$ 1,327 milhão em favor de 11 candidatos

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Neri Geller (@geller_neri) / X

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já formou maioria para livrar o ex-deputado Neri Geller (PP) da cassação de mandato por caixa 2 e abuso de poder econômico na eleição de 2018. Com o resultado favorável Neri volta a fica elegível. Já foram proferidos 5 votos, restando apenas 2.

O parlamentar foi acusado na época de ter realizado doações na época que totalizaram R$ 1,327 milhão em favor de 11 candidatos que concorreram ao cargo de deputado estadual. Tais doações, somadas aos próprios gastos de sua campanha, que foram declarados ao valor de R$ 2,4 milhões, ultrapassariam o limite dos gastos estipulado em R$ 2,5 milhões.

Em setembro de 2020 o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Mato Grosso, por 5 votos a 2, negou o pedido de cassação do então deputado federal Neri Geller. A deputada federal em exercício Gisela Simona (União) recorreu contra esta decisão do TRE.

O recurso ainda está passando por julgamento virtual no TSE. Já foram proferidos 5 votos contrários, dos ministros Alexandre de Moraes (presidente), Nunes Marques , Raul Araújo (relator), Ramos Tavares e Floriano de Azevedo Marques. Restam ainda os votos das ministras Cármen Lúcia e Isabel Gallotti.

Com os 5 votos já proferidos, já há maioria para negar o recurso e manter a decisão do TRE-MT, que negou a cassação de Neri, garantindo a ele sua elegibilidade eleitoral.

 

 

 

 

 

 

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Lei cria título de Cidade Amiga do Idoso para premiar iniciativas exemplares

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Cidades que se destacarem em políticas e iniciativas para assegurar um tratamento digno e um envelhecimento ativo às pessoas idosas passarão a ter o título de Cidade Amiga do Idoso. O reconhecimento está previsto na Lei 15.476, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. As regras já estão em vigor.

A lei tem origem no PL 2.119/2019, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O projeto foi aprovado pelo Senado, com mudanças, em 2023 e voltou à Câmara. Em junho, foi aprovado pelos deputados e seguiu para a sanção.

Para concorrer ao título, a cidade precisa demonstrar que tem programas ou políticas públicas que fomentem a inserção social, cultural e política dos idosos. Na análise, são consideradas as iniciativas do município que favoreçam um envelhecimento ativo da população e o acesso dos idosos a serviços de qualidade nas áreas de:

  • transporte;
  • moradia;
  • participação social;
  • respeito e inclusão social;
  • participação cívica e emprego;
  • prédios públicos e espaços abertos;
  • comunicação e informação;
  • apoio comunitário e serviços de saúde;
  • segurança dos idosos.

Conselho

O responsável por conceder o título será um conselho com representantes dos governos federal, estaduais, distrital e municipais e das entidades representativas da população idosa. O título valerá por três anos, desde que sejam revalidados os compromissos assumidos. Se for comprovado o descumprimento, o título será cancelado.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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