Câmara e TCE-MT
Câmara de Cuiabá realiza reunião para tratar sobre o SIAFIC do TCE-MT
Durante o encontro foram definidas estratégias para o sistema seja colocado em prática e que possa auxiliar Prefeituras e Câmaras, em um sistema informatizado.
Política
A Câmara Municipal de Cuiabá realizou nesta terça-feira (12.12), uma reunião para alinhar detalhes sobre a implementação do Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (SIAFIC-MT), do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), para dar mais transparência à contabilidade da Casa. Na prática, o sistema facilita a prestação de contas e garante o controle sobre os recursos públicos.
O presidente do Legislativo, vereador Chico 2000 (PL), agradeceu a presença dos servidores da Casa e da Corte de Contas, para o estreitamento da relação, tendo como objetivo dar mais eficiência ao Parlamento e promover respeito aos cidadãos e ao erário.
“Quero agradecer aos servidores aqui desta Casa, aos secretários, enfim, a todos os servidores que estão participando dessa reunião, uma reunião de trabalho, onde nós estamos tratando o sistema contábil da Casa. E é isso, conduzindo a gestão aí para que tenhamos eficiência. E tendo eficiência, tem-se respeito à população, ao erário público e a todo o parlamento municipal.
De acordo com o assessor técnico do Tribunal de Contas, Pedro Henrique, durante o encontro foram definidas estratégias para o sistema seja colocado em prática e que possa auxiliar Prefeituras e Câmaras, em um sistema informatizado.
“A parceria com a Câmara, se deu em razão do sistema que o Tribunal de Contas está alavancando, que é o SIAFIC MT, onde o tribunal está disponibilizando a ferramenta de contabilidade, para poder ajudar os municípios. Essa reunião foi muito válida, e a gente traçou estratégias para obter êxito”, endossou ele.
A medida organizada pelo TCE é um marco para a política de transparência na gestão fiscal.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
Política
Podemos concentra R$ 2 milhões em campanha e mira bancada de seis deputados
O Podemos decidiu apostar alto na eleição proporcional de Mato Grosso e já destinou R$ 2,05 milhões em recursos de campanha aos candidatos que disputam vagas na Assembleia Legislativa. A estratégia acompanha uma meta ambiciosa anunciada pelo partido: eleger pelo menos seis deputados estaduais e formar uma das maiores bancadas da próxima legislatura.
A legenda lançou 25 nomes para a disputa pela ALMT e, de acordo com o presidente estadual do Podemos, Max Russi, trabalha com a expectativa de conquistar seis cadeiras, podendo chegar a sete. A projeção colocaria o partido com um quarto das 24 vagas do Legislativo estadual.
A distribuição dos recursos, porém, não ocorre de maneira uniforme. O próprio Max Russi, que busca a reeleição e atualmente preside a Assembleia, recebeu R$ 450 mil, o maior repasse registrado até agora. O valor representa cerca de 22% de todo o montante distribuído pelo partido.
Na sequência aparecem Karen Rocha, com R$ 200 mil, e Beto Dois a Um e Valdeníria Dutra, com R$ 150 mil cada. Outros sete candidatos, Adelcino Lopo, Bira, Geovane Gamba, Janailza Taveira, Allan Kardec, Sargento Casarin e Scheila Pedroso, receberam R$ 100 mil cada.
Também foram registrados repasses de R$ 50 mil para Alessandra Ferreira, Alex Rodrigues, Gustavo Bang, Joize Marques, Marcos Paulista, Meraldo Sá, Priscila Dourado e Salete Bergamin. Enquanto isso, Fabinho Tardin, Mauro Savi, Rafael Machado e Ulysses Moraes ainda não haviam recebido recursos do partido no levantamento. Carlos Kan aparece como inapto por não ter apresentado prestação de contas à Justiça Eleitoral.
A estratégia financeira revela uma tentativa do Podemos de transformar a força da chapa em representação efetiva no plenário. A legenda trabalha com a possibilidade de ampliar significativamente sua presença na Assembleia, mas o resultado dependerá do desempenho conjunto dos candidatos e da distribuição das vagas pelo sistema proporcional.
Com a maior parte da verba ainda concentrada em um grupo específico de candidaturas, o desempenho das urnas também será um teste para a aposta feita pela direção partidária. A promessa de seis cadeiras significa, na prática, conquistar 25% da Assembleia, uma meta que colocaria o Podemos no centro das articulações pelo comando da próxima legislatura.
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