Meio Ambiente

Mauro Mendes supera mais uma etapa para que MT possa vender créditos por preservação

O próximo passo é levantar toda a documentação técnica exigida para obter a certificação.

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Secom - MT

Governador Mauro Mendes (União) superou mais uma etapa para que Mato Grosso possa vender créditos de carbono obtidos com a redução do desmatamento ilegal. Nesta sexta-feira (08), ele se reuniu com a diretora executiva da Art Trees, Mary Grade. A Art Trees é o principal padrão de certificação mundial de créditos de carbono.
Na reunião, Mauro Mendes entregou a carta conceito de Mato Grosso, documento que mostra a aptidão do Estado para a venda desses créditos, que podem chegar a bilhões de dólares.
“O que precisamos agora é fazer esse processo andar mais rápido. Vamos ser mais ágeis, para tornar isso efetivo. Vou dar prioridade nessa ação e monitorar de perto”, afirmou.
A diretora-executiva da certificadora ressaltou que a carta é “um passo muito importante” para obter as certidões”.
“Começamos a falar com o Governo de Mato Grosso e estou muito feliz de receber essa documentação. Temos muito interesse em prosseguir com todas as etapas necessárias”, informou Mary Grade
O secretário-executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Alex Marega, explicou que o próximo passo é levantar toda a documentação técnica exigida para obter a certificação.
“A partir do momento que essa certificação for creditada, ou seja, esse padrão reconhecer que as nossas reduções de desmatamento e de degradação por incêndios são reais e verificáveis, abrimos caminho para a captação de recursos para o estado de Mato Grosso na ordem de bilhões de dólares”, registrou.
O mercado de carbono funciona com a venda de créditos excedentes de redução de emissões de gases do efeito estufa (GEE).
Assim, empresas, países, Estados que ultrapassam a meta de redução das emissões de carbono podem vender esse excedente.

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Senado terá centro cultural em Brasília

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O Senado terá um espaço cultural em Brasília. Com 80 mil m², às margens do Lago Paranoá, o Senado Cultural será inaugurado no dia 9 de dezembro, com a exposição Senado em Movimento: 200 Anos de História. O endereço, que abrigou o antigo Clube dos Servidores Públicos, passa por obras de revitalização.

— Será um espaço aberto a toda comunidade. Além de exposições e galerias, pretendemos incluir playground, coworking, paisagismo e local para palestras. Este é um projeto grandioso e diferenciado de tudo que já existe em Brasília — disse a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka.

Senado Cultural

O Senado Cultural vai oferecer exposições, restaurantes, auditório e espaços de convivência. Após a exposição inaugural, a galeria principal receberá exposição de longa duração com itens do acervo museológico do Senado. O centro cultural deve contar ainda com outros quatro espaços de exposição.

Uma das galerias deve ser dedicada a obras representativas de todos os estados. Uma segunda terá como enfoque a produção artística local, com exposições, oficinas e outras atividades educativas.

O projeto prevê ainda um espaço externo para abrigar a exposição de longa duração sobre o 8 de janeiro de 2023, quando o Palácio do Congresso Nacional foi invadido e teve suas instalações vandalizadas. Também haverá uma galeria dedicada à experiência imersiva do visitante.

O paisagismo será assinado pelo Escritório Burle Marx. 

— É um projeto ambicioso, mas é um projeto que mostra a vocação de servir a comunidade de uma outra maneira. O Senado Federal sempre serve a comunidade e a sociedade por meio da sua atividade-fim. Agora, vai servir a comunidade e a sociedade também por meio de um centro cultural — afirmou Ilana.

História e identidade

O antigo Clube da Associação dos Servidores do Ministério da Educação e da Cultura foi inaugurado em 1976 e já foi referência em lazer e cultura de Brasília. 

— Estamos preservando as fachadas, as varandas, o sistema construtivo, as esquadrias originais e os revestimentos em mármore. Também estamos mantendo o sistema viário interno e o castelo d’água, que tem uma forma bem marcante — explicou a arquiteta Vanessa Bhering, uma das responsáveis pelo acompanhamento das obras da Coordenação de Projetos e Obras de Infraestrutura.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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