AUDIÊNCIA CUIABÁ
Marfrig participa de audiência pública e comprova mais uma vez a transparência no funcionamento da Graxaria
A Marfrig sempre trabalhou de forma transparente cumprindo com todos os protocolos legais tanto ambientais, como sociais e sustentáveis.
Política
A Câmara Municipal de Cuiabá realizou nesta quinta-feira (30/11), audiência pública junto com a Marfrig, para atender nova solicitação dos representantes do movimento “Diga Não à Graxaria na Alameda”, que questiona o funcionamento da graxaria localizado em Várzea Grande. Durante a reunião, a Marfrig apresentou elementos técnicos que comprovam e garantem a operação dentro das normas internacionais de segurança e meio ambiente.
“A Marfrig sempre trabalhou de forma transparente cumprindo com todos os protocolos legais tanto ambientais, como sociais e sustentáveis. A companhia diante dessa responsabilidade que tem, é lógico que cumpre todos os requisitos e todas as exigências legais, trabalhos com todas as habilitações, credenciamento e licenças do funcionamento da graxaria”, afirmou José Ricardo dos Santos, gerente Administrativo da Marfrig.
Segundo Santos, o compromisso da e transparência da Marfrig se mantém vez que, resultado da audiência pública realizada em Várzea Grande (23 de outubro), a companhia recebeu mais de 50 pessoas e além de apresentar todo o processo de fabricação, pode atestar in loco a ausência do mau cheiro.
Durante a audiência técnicos da SEMA participaram e ratificaram que a Marfrig cumpre com todos os requisitos técnicos, legais e ambientais para o licenciamento.
O José Ricardo também falou sobre as licenças concedidas para o funcionamento da graxaria. “A licença de funcionamento foi concedida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) depois que a Marfrig apresentou evidências técnicas e ambientais adequadas e, realizou testes nos equipamentos, tudo com a presença de técnicos da SEMA, do Ministério Público e de assistente técnico da parte autora da ação judicial, fazendo com que a autorização judicial fosse concedida”, concluiu José Ricardo dos Santos.
O vereador por Cuiabá, Demilson Nogueira (PP), afirmou que essa audiência tem cunho político. “Estou convicto diante do que eu vi quando eu estive lá na Marfrig acompanhado de alguns colegas vereadores de Várzea Grande e Cuiabá e o que nós vimos ali foi uma indústria altamente tecnológica onde devolvem ao rio Cuiabá, água mais limpa do que é captado e sabem o ‘tal’ do odor é aquilo que eu sinto lá na minha cozinha. Até porque não pode ser diferente porque é cozimento, produção de farelo, farinha. Então, essa é uma audiência pública, eu diria, com cunho político, onde o objetivo não sei qual é. Porém, o que nós estamos vendo de entrega por parte da Marfrig atende, tranquilamente, tudo o que prevê a legislação ambiental. Desse modo que fiquemos, ao lado da geração de renda, daquilo que faz muito bem à Várzea Grande, Cuiabá e todo Mato Grosso”, exclamou o vereador.
Ao final da audiência o vereador por Cuiabá, e requerente da reunião, Luis Cláudio (PP), falou sobre o encaminhamento. “Irei encaminhar um ofício para a Universidade Federal de Mato Grosso para que ela vá a casa dos moradores, aleatoriamente e não necessariamente na casa dos senhores e senhoras do movimento, com um questionário para que faça esse levantamento e depois nos apresente. Com esses documentos em mãos nós apresentaremos à empresa. E partir daí segue-se o rito dessa solução eu gostaria que o trabalho da UFMT fosse acompanhado pela prefeitura de Várzea Grande e pela Câmara Municipal de Cuiabá, concluído o relatório nós divulgaremos à sociedade”, explicou Luis Cláudio.
Sobre a Marfrig
A companhia investiu cerca de R$ 50 milhões na modernização da graxaria, que foi totalmente remodelada, em linha com as políticas e diretrizes de sustentabilidade da empresa. Com essa estrutura, mais de 1.200 viagens de caminhões deixarão de ser feitas, o que reduz as emissões de CO2, o tráfego viário na região, o risco de acidentes e a deterioração das vias públicas.
A graxaria produz farinha destinada a ração animal (suínos e aves) e sebo para indústrias como a de higiene e a de cosméticos. A licença de funcionamento foi concedida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) depois que a Marfrig apresentou evidências técnicas e ambientais.
Além disso, a graxaria gera aproximadamente 60 empregos diretos e 180 indiretos, bem como aumenta a arrecadação de impostos para o município. Ao todo, a Marfrig emprega 3.300 colaboradores e já investiu cerca de R$ 300 milhões no complexo industrial de Várzea Grande.
Galeria


Política
Wilson Santos defende políticas de segurança alimentar e apoio a famílias vulneráveis
Entre as 21 emendas apresentadas ao Projeto de Lei nº 692/2026, que estabelece as diretrizes para o orçamento estadual de 2027 (PLDO), está a proposta de n.° 27 do deputado estadual Wilson Santos (PSD) para apoiar e desenvolver ações de segurança alimentar e enfrentamento à fome em Mato Grosso. A iniciativa foi motivada pelo levantamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que mapeia a situação dos 142 municípios mato-grossenses em relação ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade.
A proposta também resgata uma iniciativa que marcou a gestão do parlamentar como prefeito de Cuiabá, que foi a construção do Restaurante Popular, em 2007, onde permanece em funcionamento e oferece diariamente mais de mil refeições ao preço de R$ 2,00. “Eu construí esse restaurante e atendia uma antiga reivindicação da classe trabalhadora, principalmente dos assalariados que acabavam investindo parte do pequeno salário em alimentação. O restaurante ajuda muitas pessoas, gente humilde e a comida é muito boa”, destacou.
Conforme a justificativa da emenda apresentada pelo deputado, o objetivo é expandir o atendimento à população em situação de insegurança alimentar e promover a integração entre as políticas de assistência social, segurança alimentar, desenvolvimento rural e inclusão social. A proposta busca fortalecer a atuação do Estado no enfrentamento à pobreza e à exclusão social.
Para Wilson Santos, investir em alimentação de qualidade também pode contribuir para reduzir a pressão sobre os serviços públicos de saúde. “Economiza na conta da saúde, alimentando bem, vai menos a uma unidade de saúde. É importante reduzir as desigualdades sociais e a proteção das famílias em situação de vulnerabilidade”, comentou.
O PLDO 2027 prevê receita líquida de R$ 42,1 bilhões e impacto estimado em R$ 862,6 milhões. O projeto segue para análise das emendas parlamentares. Após essa etapa, as propostas aprovadas integrarão a redação final da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2027.
Fonte: ALMT – MT
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