EFICIÊNCIA
CRESCIMENTO DO PIB DE MATO GROSSO É MAIS QUE O DOBRO DO BRASIL
Gestão do governador Mauro Mendes (União), baseada na transparência, eficiência e responsabilidade, criou um boom de desenvolvimento na economia de Mato Grosso
Economia
A gestão do governador Mauro Mendes (União), baseada na transparência, eficiência e responsabilidade, criou um boom de desenvolvimento na economia do Estado de Mato Grosso, tornando-o uma ampla frente de crescimento e, tal panorama, refletiu positivamente em uma expressiva incrementação ao seu principal carro-chefe desse momento, o agronegócio, tornando o Estado nos dias atuais, um dos grandes exportadores do país.
Mato Grosso é considerado o principal expoente nas exportações do agronegócio brasileiro. O Agronegócio mato-grossense é um dos principais motores do Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), sendo que o Estado é o responsável por alavancar esse segmento, sendo o líder na produção de alguns dos principais produtos do país, como a soja, o milho, bovinos e algodão.
Segundo dados do Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa) de 2022, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Mato Grosso foi de R$ 224,81 bilhões, levando Mato Grosso a liderar o ranking de maior contribuição para a produção agropecuária, lugar que assumiu desde 2018.
Outras áreas
As ações do governo refletem também na infraestrutura, como o asfaltamento de várias importantes rodovias e, também, em investimentos em outras importantes áreas, como educação, saúde, segurança, dentre outras.
Novo Hospital de Alta Floresta possui mais de 151 leitos está com mais de 30% das obras concluídas; investimento é de R$ 131 milhões
Júnior Almeida Secom – MT
A nova unidade hospitalar trará mais qualidade de vida à região Norte e terá 151 leitos
O Hospital Regional de Alta Floresta, já está com mais de 30% das obras concluídas pelo Governo de Mato Grosso. A unidade hospitalar trará mais qualidade de vida à região Norte, com estrutura para atendimento de alta complexidade à população, mais perto de casa. O hospital terá 151 leitos.
O produtor rural Genésio José Gales contou que a nora dele, que foi diagnosticada recentemente com câncer de mama, teve que ir para Sinop, a 313 km de distância, para fazer o tratamento. “Agora, tendo hospital aqui vai nos ajudar muito. Está sendo uma das melhores coisas que o governo está fazendo aqui para nós”, disse.
São 200 trabalhadores atuando na construção do novo hospital
Investimentos asfaltamentos em novas rodovias
VISTORIA NAS OBRAS DA MT-040
Mauro Mendes: “Até o final do ano, vamos completar 3.500 km de asfalto novo entregue”
Secom – MT
informação foi dada durante vistoria às obras de recuperação de 17,9 km da MT-040, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger
O governador Mauro Mendes afirmou que, até o final do ano, o Governo de Mato Grosso terá entregue 3.500 km de asfalto novo desde o início da atual gestão, em 2019.A informação foi dada durante vistoria às obras de recuperação de 17,9 km da MT-040, que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger – a obra deve ser concluída até o final do ano.
“Essa é mais uma obra entre tantas que o Governo está fazendo. Só para vocês terem uma ideia, esse ano vamos terminar cerca de 1.000 km de asfalto novo. No primeiro mandato, nós terminamos 2.500 km. Ou seja, vão ser 3.500 km de chão que virou asfalto”, relatou, ressaltando que é o estado que mais entregou asfalto nos últimos anos.
Grande produtor de alimentos
Na safra 2022/23, Mato Grosso supera Argentina e se torna terceiro maior produtor de soja do mundo
Estado deve produzir na safra 2022/23 44 milhões de toneladas de soja, segundo o Imea, cerca 15 milhões de toneladas a mais que a Argentina
Ivan Bueno/AnP
Mato Grosso é o maior exportador de carne do Brasil
Portal Embrapa
Mato Grosso é o maior produtor brasileiro de gado e em 2022 embarcou US$ 3 bilhões de carne bovina
Com 34,4 milhões de cabeças, Mato Grosso é o maior produtor brasileiro de gado e em 2022 embarcou US$ 3 bilhões de carne bovina para outros países, sendo o maior exportador do país em volume.
Economia
BC reforça regras de proteção ao consumidor nas ofertas de crédito
As propagandas de empréstimos obedecerão a novas regras a partir do próximo ano, decidiu nesta sexta-feira (23) o Banco Central (BC). O órgão aprovou três resoluções para reforçar a proteção dos consumidores na contratação de crédito.

As mudanças também criam um painel para consulta de dívidas e aumentam as exigências para a oferta de crédito durante transações pelo Pix.
As medidas buscam evitar ofertas inadequadas, dar mais clareza sobre os custos dos empréstimos e ajudar os clientes a avaliar se conseguem assumir novas dívidas. As regras também preveem proteção adicional para pessoas em situação de vulnerabilidade financeira.
As resoluções serão implementadas em etapas. A regulamentação sobre ofertas ativas de crédito começa a valer em 31 de março de 2027. As regras sobre o Painel de Dívidas Consolidadas e sobre a oferta de crédito no Pix entram em vigor em 1º de julho de 2027.
O que muda?
As três resoluções tratam de situações diferentes da relação entre bancos e clientes:
- Resolução BCB 601: determina a disponibilização de um painel com informações sobre dívidas, além de simulações de custos e alertas antes de novas contratações.
- Resolução BCB 602: permite bloquear propagandas e ofertas ativas de crédito e estabelece proteção adicional para clientes em situação de vulnerabilidade financeira.
- Resolução BCB 603: estabelece regras para ofertas de crédito durante a iniciação de transações pelo Pix, incluindo consentimento prévio e intervalo mínimo antes da primeira oferta.
Bloqueio de ofertas
Com vigência prevista para 31 de março de 2027, a Resolução BCB 602 estabelece regras para as ofertas ativas de crédito, como propagandas e mensagens que bancos e outras instituições financeiras enviam aos clientes para oferecer empréstimos e outros produtos.
Com a mudança, as instituições deverão disponibilizar um mecanismo claro para que o consumidor bloqueie esse tipo de publicidade.
Para clientes em situação de maior vulnerabilidade financeira ou com risco de endividamento excessivo, haverá exigências adicionais: as ofertas dependerão de autorização prévia, específica e inequívoca do cliente.
Nesses casos, as ofertas autorizadas deverão ter como objetivo melhorar as condições financeiras do consumidor, sem disponibilizar novos recursos para contratação de dívidas.
Veja exemplos de operações permitidas nesse contexto:
Renegociação: substituir uma dívida por condições de pagamento mais adequadas.
Portabilidade: transferir uma operação de crédito para outra instituição, conforme as regras aplicáveis.
Migração de produto: trocar uma modalidade de crédito por outra com condições mais vantajosas.
A medida não impede o cliente de procurar espontaneamente um banco, pesquisar opções e contratar produtos financeiros. O foco é aumentar o controle sobre as ofertas que chegam até ele.
Quando começa: 31 de março de 2027.
Painel de dívidas
Em vigor a partir de 1º de julho, a Resolução BCB 601 prevê que as instituições financeiras disponibilizem aos clientes o Painel de Dívidas Consolidadas. A ferramenta reunirá informações sobre operações de crédito para facilitar a compreensão do endividamento e do comprometimento da renda.
Na prática, o painel deverá ajudar o consumidor a visualizar quanto deve e avaliar melhor o impacto de assumir uma nova obrigação financeira.
Antes de uma nova contratação, as instituições também deverão apresentar simulações dos custos da operação e de seus efeitos financeiros, acompanhadas de alertas quando houver situações de maior risco.
O que o painel deverá oferecer?
- Informações sobre dívidas: consulta às operações de crédito mantidas na própria instituição;
- Simulações de custos: estimativas para ajudar o cliente a entender o impacto financeiro de um novo empréstimo;
- Alertas de risco: avisos sobre situações que possam comprometer a capacidade de pagamento;
- Ampliação dos dados: incorporação posterior de informações do Sistema de Informações de Créditos (SCR) e do Open Finance.
O SCR é uma base de informações sobre operações de crédito mantida pelo Banco Central. Já o Open Finance permite o compartilhamento autorizado de dados financeiros entre instituições participantes.
Inicialmente, o painel contemplará as operações mantidas na própria instituição financeira. Em uma etapa posterior, a integração com o SCR e o Open Finance permitirá ampliar a visão sobre as dívidas do cliente em diferentes instituições.
A ampliação dessas informações poderá ajudar o consumidor a ter uma visão mais abrangente de sua situação financeira e a identificar o peso das dívidas no orçamento.
Crédito durante o Pix
Também com vigência a partir de 1º de julho, a Resolução BCB 603 estabelece novas exigências para a oferta de crédito durante a iniciação de transações pelo Pix.
A medida busca evitar que o consumidor seja levado a contratar um empréstimo sem compreender adequadamente as condições da operação ou sem ter tempo suficiente para avaliar a proposta.
Entre as exigências estão:
- Consentimento específico: a oferta de crédito dependerá de autorização prévia do usuário;
- Prazo mínimo: deverá haver um intervalo de pelo menos 24 horas entre a habilitação da oferta e a apresentação da primeira oferta de crédito;
- Simulador: as instituições deverão disponibilizar ferramentas para simular as condições do crédito;
- Consulta de operações: os clientes terão acesso a um ambiente para consultar as operações contratadas;
- Regras adicionais: a resolução estabelece restrições para determinadas modalidades do Pix e regras para devoluções relacionadas a operações de crédito.
Uma das principais distinções é que a nova regulamentação não altera o recebimento normal de uma transferência pelo Pix: o beneficiário continuará recebendo o valor de forma instantânea e integral.
O foco das regras é a oferta de crédito associada à iniciação de transações, e não o funcionamento básico do sistema de pagamentos.
Como afeta o consumidor?
As mudanças procuram dar ao cliente mais condições de avaliar propostas, controlar a publicidade recebida e compreender o impacto das dívidas antes de contratar novos empréstimos.
Na prática, o consumidor terá os seguintes benefícios:
- Mais controle sobre propagandas e ofertas ativas de crédito;
- Proteção adicional em situações de vulnerabilidade financeira;
- Informações mais organizadas sobre as dívidas e a capacidade de pagamento;
- Simulações e alertas antes de assumir novos compromissos;
- Mais transparência nas ofertas de crédito relacionadas ao Pix.
As medidas, informou o BC, também buscam reduzir o risco de superendividamento, situação em que o consumidor acumula dívidas que comprometem sua capacidade de pagar as despesas e obrigações financeiras.
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