CRIME ORGANIZADO

Juiz escancara ‘poder paralelo’ do Comando Vermelho e condena 5 integrantes que atuavam no interior de MT

Os réus foram denunciados pelo Ministério Público

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PJC-MT

O juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara de Cuiabá, em decisão publicada no Diário Oficial de Justiça de Mato Grosso, condenou 5 membros da facção criminosa Comando Vermelho que atuavam em Confresa (1.160 km a Nordeste). O magistrado afirmou que o grupo criminoso se instaurou como verdadeiro “poder paralelo” e que vem causando inúmeros problemas para a sociedade.

Os réus foram denunciados pelo Ministério Público após o gerente da facção em Confresa, Mateus Silva Brauna, vulgo “Boca/Genésio”, ser preso, em outubro de 2021. A polícia conseguiu fazer apurações no celular do criminoso, descobrindo as funções e cargos de cada membro da organização criminosa na comercialização de entorpecentes.

Na decisão publicada em 24/11, além de Mateus, foram condenados Lucas da Silva Brauna, vulgo “Tobinha”, Willian da Costa Ferreira, vulgo “Wilha”, Raquel Vieira Souza e Adaizes Damasceno. Foram Absolvidos José Carlos Gomes de Lima e Paulo Ricardo da Cruz Silva, por falta de provas.

O magistrado disse que ao definir as penas dos 5 condenados, que ficou comprovado que os condenados integram a organização criminosa, responsável por crimes de tráfico de drogas e também por atos de extrema violência, como tortura, homicídio, roubo e lesão corporal.

“O grupo criminoso se instaura como verdadeiro Poder Paralelo causador de inúmeros problemas na sociedade, atuando dentro e fora dos presídios de todo o país, ordenando ‘salves’ e até morte de desafetos, de modo a exercer uma intimidação coletiva”, pontuou.

Raquel foi condenada a 9 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado, Lucas foi condenado a 3 anos e 6 meses de reclusão, Willian a 11 anos, 3 meses e 10 dias de reclusão em regime fechado e Adaizes a 9 anos e 4 meses de reclusão. A eles foi garantido o direito de recorrer em liberdade, mediante cumprimento de cautelares.

Mateus Silva Brauna foi condenado a 10 anos, 3 meses e 20 dias de reclusão em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade.

 

 

 

 

 

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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