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Prefeitura realiza 377 ações de desinfecção de espaços públicos em 34 dias

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Da Redação

Em pouco mais de 30 dias de operação, a Prefeitura de Cuiabá já executou 377 ações de desinfecção nos mais diversos espaços públicos distribuídos pela cidade. O trabalho é coordenado pela Secretaria de Serviços Urbanos e realizado diariamente como forma de combate a propagação do contágio do novo coronavírus (Covid-19). 

Na Capital, a atividade é desempenhada desde do dia 28 de março de duas maneiras diferentes. No primeiro momento, o serviço foi colocado em prática por meio do uso de borrifadores costais e, posteriormente, ganhou o reforço de caminhões-pipa. Conforme a programação do Município, a operação seguirá durante todo o período de enfrentamento à pandemia. 

De acordo com o relatório da Secretaria, foram realizadas 76 ações com borrifadores na primeira semana, 54 na segunda, 63 na terceira, 61 na quarta e a quinta foi finalizada com 47. Já o trabalho com caminhões-pipa, efetuou 35 ações na sua primeira semana, 18 na segunda e 23 na terceira. Somadas as duas frentes, são 377 ações em 34 dias.

“Desde o início dessa batalha, estamos adotando as melhores medidas possíveis para inibir a proliferação do vírus. A desinfecção contínua de espaços públicos é uma estratégia utilizada nos grandes centros urbanos e que tem dado resultado. Em Cuiabá não é diferente. Juntando esse trabalho com outras intervenções, estamos alcançando bons resultados”, comenta o prefeito Emanuel Pinheiro. 

As ações são planejadas para atender praças, parques municipais, vias, canteiros centrais, unidades de saúde e demais áreas públicas com maior movimentação de pessoas. O cronograma de trabalho é montado com base nos relatórios técnicos da Secretaria Municipal de Saúde, atendendo os locais apontados com maior incidência do vírus.

FERRAMENTAS DE TRABALHO

No total, são dois caminhões e quatro equipes, dívidas em dois turnos, empenhadas na operação de desinfecção. Conforme a Secretaria, cada veículo tem capacidade de 8 mil litros, sendo que, na média diária, são utilizados cerca de 80 mil litros da mistura de água com hipoclorito de sódio.

O trabalho conta ainda com seis borrifadores costais e o empenho de duas equipes de operadores de limpeza pública. “Para garantir a segurança dos trabalhadores, fornecemos todos os equipamentos de proteção necessários. Além disso, O produto usado na desinfecção não causa nenhum tipo de prejuízo ao servidor que o manuseia, porém é eficaz nesse combate ao coronavírus”, pontua o Secretário de Serviços Urbanos, José Roberto Stopa.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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